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Cunha diz que não vê ninguém do PT sofrendo este tipo de operação e que não renunciará

Segundo ele, a investigação é normal, só seria estranho o dia escolhido, já que hoje também foi sessão do Conselho de Ética da Câmara sobre a sua cassação

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SÃO PAULO – O presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), defendeu-se nesta terça-feira (15) depois de ter três imóveis vasculhados pela Polícia Federal no âmbito da Operação Lava Jato. Segundo ele, a investigação é normal, só seria estranho o dia escolhido, já que hoje também foi sessão do Conselho de Ética da Câmara para decidir sobre o prosseguimento do processo de cassação do peemedebista. 

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Para ele, a operação foi política, por ele ser um “desafeto” do governo. “Não vejo ninguém do PT sofrendo este tipo de operação. É uma operação focada no PMDB”, desabafou. Ele ainda disse que o governo quer colocar no PMDB a culpa pelo “assalto à Petrobras”. 

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Ele ainda disse que não renunciará apesar das investigações da Lava Jato e da decisão por 11 votos a 9 pela continuidade do processo contra ele no Conselho de Ética. Cunha será notificado e terá 10 dias para apresentar defesa por escrito.

Ele ainda insinuou que o governo tivesse influenciado a PF, questinando a repórteres o que o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, foi fazer em Curitiba nesta madrugada.