Conselho de Ética precisa de defesas para definir se abrirá processo contra senadores

Senadores têm até às 16h da próxima segunda-feira (21) para enviar suas contra-argumentações

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SÃO PAULO – Respondendo às insinuações de que os senadores acusados de participação na “Máfia dos Sanguessugas” não serão investigados com o rigor necessário, o presidente do Conselho de Ética do Senado, João Alberto (PMDB-MA), disse nesta quinta-feira (17) que está apenas aguardando a defesa dos acusados para definir se abrirá processo e designar relatores.

Os senadores têm até às 16h da próxima segunda-feira (21) para enviar suas defesas. Após esse prazo, João Alberto vai decidir pelo arquivamento das denúncias ou pela abertura dos processos disciplinares.

Ressaltando que os relatores a serem designados em caso de abertura de processo não deverão ser do mesmo partido dos investigados, João Alberto disse também que não se sente desconfortável em liderar o conselho que poderá decidir pela cassação de Ney Suassuna (PMDB-PB), ex-líder de seu partido.

Processo de cassação

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Na última semana, os membros da CPI dos Sanguessugas aprovaram o relatório parcial elaborado pelo senador Amir Lando (PMDB-RO). O documento recomenda a abertura de processo de cassação contra 69 deputados e três senadores: Ney Suassuna (PMDB-PB), Magno Malta (PL-ES) e Serys Slhessarenko (PT-MT).