Sem paradigmas

Comparar Brasil de 2002 com o de 2014 seria como “água e óleo”, diz S&P

"Hoje, apesar de ter feito um caminho em que chegou ao grau de investimento, sabemos que a maioria dos pontos é macroeconômico. Novamente voltamos para o básico", afirmou a presidente no Brasil da S&P, Regina Nunes

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Comparar a situação atual com a de 2002 é como comparar água e óleo, embora agora seja o momento mais complexo para a avaliação do risco-país do Brasil desde aquela ocasião, afirmou nesta segunda-feira, 15, a presidente no Brasil da agência de avaliação de risco Standard & Poor’s (S&P), Regina Nunes.

“Hoje, apesar de ter feito um caminho em que chegou ao grau de investimento, sabemos que a maioria dos pontos é macroeconômico. Novamente voltamos para o básico”, afirmou Regina, na abertura do seminário Reavaliação do Risco Brasil, promovido pela Fundação Getulio Vargas (FGV), no Rio.

Regina destacou que o rating atual do Brasil na S&P está estável. “O estável significa que a gente não tem perspectiva de que ele vá ter uma piora, mas que vai convergir para ficar estável”, disse a executiva.

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