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Império X, de Eike Batista, volta ao radar, com OSX subindo até 67% com fim da RJ; mas as ações têm futuro?

Alerta da S&P

Com Temer no governo, risco de rebaixamento de rating não é desprezível, diz consultoria

"Quer pela falta de capacidade política de Temer, quer porque o Congresso resistirá em votar temas mais polêmicos, como a Reforma da Previdência Social"

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SÃO PAULO – A agência de classificação de risco Standard & Poor’s colocou na segunda-feira, 22, o rating BB do Brasil em revisão para possível rebaixamento. Em comunicado, a agência afirma que a dinâmica política no Brasil piorou após recentes denúncias de corrupção contra o presidente Michel Temer em meio às investigações da Lava Jato. 

O ministério da Fazenda comentou a decisão da S&P e afirmou que ela  reflete o “aumento da incerteza relacionada aos eventos políticos recentes”.  A pasta destaca, porém, que segue comprometida com a recuperação da economia brasileira por meio de reformas estruturais. Neste cenário, os governistas tentam mostrar e prosseguir com a agenda de reformas. 

O relator da reforma trabalhista nas comissões de Assuntos Econômicos e de Assuntos Sociais do Senado, Ricardo Ferraço (PSDB-ES), apresentará seu parecer na CAE na terça-feira, buscando retomar o cronograma anunciado na semana passada antes da crise política. Já o  presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), disse que a votação em plenário da reforma da Previdência deve começar entre os dias 5 e 12 de junho. “Entre o dia 5 de junho e dia 12 vamos começar o debate e votação da reforma da Previdência”, disse a jornalistas. “Nós temos um compromisso com a recuperação econômica.”

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Porém, na avaliação da LCA Consultores, enquanto Temer continuar no governo essa crise não refluirá e a agenda fiscal ficará paralisada, “quer pela falta de capacidade política de Temer, quer porque o Congresso resistirá em votar temas mais polêmicos, como a Reforma da Previdência Social”. Assim, o risco de rebaixamento de nosso rating não é desprezível, destaca a LCA.