Pesquisa

CNT/MDA: avaliação positiva do governo Temer passa de 11,3% para 14,6%; reprovação vai de 28% para 36,7%

Foram ouvidas 2.002 pessoas, em 137 municípios de 25 Unidades Federativas, das cinco regiões

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SÃO PAULO – A CNT (Confederação Nacional do Transporte) divulgou no final desta manhã a 132ª Pesquisa CNT/MDA, com os números sobre o governo Michel Temer, o primeiro levantamento feito pelo instituto após a efetivação do peemedebista ao cargo.  A avaliação do governo do presidente Michel Temer foi positiva para 14,6% dos entrevistados, contra 36,7% de avaliação negativa. Para 36,1%, a avaliação é regular e 12,6% não souberam opinar.

A aprovação do desempenho pessoal do presidente atinge 31,7% contra 51,4% de desaprovação, além de 16,9% que não souberam opinar.  A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais com 95% de nível de confiança.

A última pesquisa CNT/MDA, datada de 8 de junho, mostrou avaliação positiva do governo de 11,3% e avaliação negativa de 28%. Para 30,2%, a avaliação era regular e 30,5% não souberam opinar. A aprovação do desempenho pessoal do presidente atingiu 33,8% contra 40,4% de desaprovação, enquanto 25,8% não souberam opinar. Foram ouvidas 2.002 pessoas, em 137 municípios de 25 Unidades Federativas, das cinco regiões.

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Na atual pesquisa, no âmbito estadual, 5,4% avaliam o governador de seu Estado como ótimo. 23,5% como bom, 35,5% como regular, 11,4% como ruim e 19,5% como péssimo. No âmbito municipal, 8,2% avaliam o prefeito de sua cidade como ótimo. 28,1% como bom, 24,4% como regular, 11,9% como ruim e 25,8% como péssimo.

A pesquisa ainda mediu a expectativa da população em relação a emprego, renda, saúde, educação e segurança pública. Com relação ao emprego, 33,3% acreditam que vai melhorar, 29,1% que vai piorar e 35% que vai ficar igual. Com relação à renda mensal, 25,5% acham que vai aumentar, 20,9% que diminuirá e 50,4% que permanecerá. Sobre a saúde, 25,8% aponta que vai melhorar, 32,7% que vai piorar e 39% que melhorará. Com relação à educação, 26,2% acham que vai melhorar e 31,5% acreditam que vai piorar. 39,4% acreditam que permanecerá estável. Por fim, com relação à segurança pública, 24,5% acham que melhorará, 35,9% piorará e 37,8% que permanecerá.