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Citigroup diz que Dilma Rousseff deve ser eleita ainda no primeiro turno

Para equipe da corretora, o apoio de Lula e o bom momento econômico brasileiro pesam a favor da candidata petista

SÃO PAULO – A candidata do PT, Dilma Rousseff, deve ser eleita presidente da República ainda no primeiro turno. Esta é a postura defendida pelos analistas do Citigroup, após análise da mais recente pesquisa Datafolha.

Para a corretora, tanto o apoio do atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva, quanto o bom momento econômico do País devem contribuir para que Dilma avance mais alguns pontos e alcance a vitória ainda em outubro. Já a campanha eleitoral no rádio e na televisão, iniciada nesta terça-feira (17), deve ter pouco impacto sobre o eleitorado.

Segundo o instituto Datafolha, Dilma lidera com 41% as pesquisas de intenção de voto, enquanto José Serra fica com 33%. No levantamento anterior, os candidatos estavam tecnicamente empatados, com 36% e 37% dos votos, respectivamente. A candidata do PV, Marina Silva, permaneceu estável na disputa, com 10%.

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Fator Lula será decisivo
Segundo a pesquisa, 42% dos eleitores consideram o apoio do atual presidente como um fator decisivo à escolha do voto, enquanto 22% afirmaram que este tipo de informação será levada em consideração nas urnas. Os analistas Marcelo Kfoury, Stephan Kautz e Leonardo Porto destacam em relatório que 7% dos eleitores disseram desconhecer a relação entre Lula e Dilma, mas votariam no nome apoiado pelo líder federal. 

Esta fatia do eleitorado pode ser decisiva para a vitória da ex-ministra ainda no primeiro turno, na visão do Citi. Vale lembrar que a candidata precisa de apenas mais três pontos para terminar a corrida ao Planalto, já que nas urnas somente os votos válidos são contabilizados – com isso, Dilma, segundo o Citi, já teria 47% das intenções de voto.

O bom momento econômico vivido no governo Lula também deve pesar favoravelmente à candidata. Mesmo com uma pequena desaceleração econômica no segundo trimestre, o mercado de trabalho e o consumo continuam a mostrar expansão no País.

Campanha midiática
Segundo a corretora, a campanha no rádio e na televisão deve trazer poucas repercussões. “Líderes em pesquisas costumam manter suas posições durante o primeiro turno, mesmo com campanhas no rádio e TV”, avalia a equipe do Citigroup, apontando dados de eleições anteriores para sustentar sua posição.