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Chinaglia destaca fortes laços entre Brasil e Japão

Em sessão solene, o presidente da Câmara destacou a coragem dos que enfrentaram adversidades para iniciar vida em terra desconhecida

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SÃO PAULO – O presidente da Câmara, Arlindo Chinaglia, destacou na terça-feira (19), em sessão solene em homenagem à imigração japonesa, o crescimento da cooperação entre Brasil e Japão e os fortes laços de amizade entre os dois países.

A homenagem faz parte dos preparativos para as comemorações do centenário da imigração japonesa, em 2008, que foi proposta pelo deputado Takayama (PTB-PR).

Terra desconhecida

Conforme veiculou a Agência Câmara, ao abrir a sessão, Chinaglia destacou a determinação daqueles que se dispuseram a enfrentar todo tipo de adversidade para iniciar uma nova vida em uma terra completamente desconhecida.

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Ele lembrou que a vinda dos primeiros imigrantes japoneses para o País não se deu por acaso: foi fruto de um acordo entre os governos do Brasil e do Japão, que tinham interesses convergentes: o primeiro precisava de mão-de-obra para a lavoura do café e o segundo já atravessava uma crise demográfica, com o campo e as cidades super povoados.

Caminho inverso

O presidente da Câmara assinalou que, na década de 1930, o Brasil já abrigava a maior população de japoneses fora do Japão. Acrescentou ainda que a recente conjuntura econômica permitiu ao Brasil “retribuir, em diferente escala, um pouco do suor e da dedicação dos primeiros imigrantes japoneses”.

Chinaglia observou que, desde o final dos anos 80, encontram-se no Japão brasileiros de origem japonesa que fizeram o caminho inverso de seus antepassados para trabalhar na moderna indústria daquele país.

Novo fenômeno

O novo fenômeno da migração também foi lembrado por Takayama, que reforçou o caminho inverso percorrido por brasileiros descendentes de japoneses em busca de mercado de trabalho.

O deputado afirmou que o desejo do Grupo Parlamentar Brasil-Japão, presidido por ele, é de que a passagem do centenário da imigração japonesa contribua para o estreitamento das relações entre os dois países, já que, o Brasil tem aquilo que o Japão precisa e vice-versa. Ele citou a televisão digital como um dos projetos que colocará as duas nações como parceiras neste século.