Análise da Eurasia

Chances de Dilma não terminar mandato são de 55%, diz Eurasia

Improvável que queda de Dilma aconteça de forma rápida e implicações para reforma econômica vão depender de como e por quem a atual presidente seria substituída

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(Bloomberg) – Eurasia atualiza trajetória de longo prazo para Brasil de negativo para neutro, em relatório. 

  • NOTA: No dia 4, Eurasia já havia divulgado relatório dizendo que probabilidade de Dilma cair já superava 50%
  • Improvável que queda de Dilma aconteça de forma rápida
  • Implicações para reforma econômica vão depender de como e por quem Dilma seria substituída
    • Decisão judicial que desencadeasse novas eleições seria melhor cenário para reformas substanciais
    • É menos provável ter reformas significativas em caso de impeachment em que Dilma fosse substituída por Temer
    • No curto prazo, chance de Dilma cair por impeachment é maior
    • Passivos de uma gestão Temer, ligados a Lava Jato, são as razões pelas quais TSE poderia chamar novas eleições mesmo após impeachment de Dilma
  • Outros cenários e suas chances, segundo Eurasia
    • 1) Dilma termina mandato (45%, anterior 60%)
    • 2) TSE chama novas eleições potencialmente após impeachment (30%, ant. 20%)
    • 3) Impeachment de Dilma, com Temer terminando mandato (25%, ant. 20%) 
  • Justificativa para Eurasia atualizar trajetória de longo prazo para Brasil de negativo para neutro vem de avaliação de que, ainda que Dilma termine mandato ou que Temer assuma, crise fiscal e política se aprofundando em 2016 irá gerar condições para uma agenda mínima, na qual pelo menos algumas reformas fiscais começam a ser promulgadas, ainda que muito aquém do ajuste necessário

Esta matéria foi publicada em tempo real para assinantes do serviço BloombergaProfessional.

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