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Em entrevista

Caso não dispute as eleições, Lula acredita que um nome pode ser o caminho para o PT em 2018

Apesar disso, ex-presidente está confiante que será absolvido em segunda instância

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SÃO PAULO – Caso for impedido de participar das eleições de 2018, Luiz Inácio Lula da Silva acredita que Fernando Haddad pode ser uma boa alternativa para o PT na corrida presidencial, disse o ex-presidente em entrevista concedida nesta quinta-feira (20) ao jornalista José Trajano.

“O Haddad pode ser uma personalidade importante se ele se dispuser a percorrer o Brasil. Falo para ele: você tem que botar o pé na estrada, falar da educação”, declarou Lula. Vale lembrar que o ex-prefeito de São Paulo foi ministro da Educação em seu governo entre 2005 e 2012.

Quando perguntado sobre as eleições de 2018 sem a sua participação, além de citar Haddad, Lula levantou a possibilidade de “governadores em três Estados importantes” sob a tutela do partido, mas sem “dar nomes aos bois”. Atualmente, os estados comandados pelo PT são: Bahia (Rui Costa), Ceará (Camilo Santana), Minas Gerais (Fernando Pimentel), Acre (Tião Viana) e Piauí (Wellington Dias).

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Apesar da possibilidade de não participar das eleições, que depende da condenação pelo TRF-4 (Tribunal Regional Federal da 4ª Região), Lula está confiante que será absolvido em segunda instância e vai “provar que é possível recuperar esse País”. Sobre a condenação de Sérgio Moro, o ex-presidente afirmou que “achava” que o juiz federal fosse recusar a denúncia: “a acusação é tão mentirosa, tão mentirosa, que eu achava que o Moro ia recusar”, declarou.

Avaliação sobre o PT
Segundo Lula, o PT errou em agir como os demais partidos e que a sociedade tem razão em cobrar o partido: “o PT errou ao aceitar o jogo de fazer campanha nos moldes como os outros partidos faziam campanha (…) o PT tenta se corrigir a cada eleição. Nós pagamos um preço por isso”.

Porém, segundo o ex-presidente, os deslizes do partido não correspondem a “10% do que falam” e que “não tem ninguém mais honesto que o PT” entre os partidos políticos.

Confira a entrevista completa: