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BoE prevê inflação abaixo da meta e pode indicar mais estímulos no Reino Unido

Autoridade monetária britânica alerta para incertezas sobre o ritmo de queda na inflação e revela piora no cenário econômico

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SÃO PAULO – O BoE (Bank of England) alterou as suas perspectivas para o cenário inflacionário, conforme Relatório de Inflação publicado nesta quarta-feira (16). Os membros do comitê de política monetária previam em agosto que a inflação alcançaria um patamar superior à meta de 2% no médio prazo. Contudo, no encontro de novembro tal grupo se tornou minoria.

“A inflação provavelmente cairá fortemente em 2012 tendo em vista o declínio nas contribuições do VAT [imposto sobre bens e serviços], nos preços de importação e de energia e que o frouxo mercado de trabalho persiste”, escrevem no relatório, apesar de afirmarem que “o quanto e o quão rápido a inflação irá cair é incerto”.

Mais estímulos monetários?
Desta forma, tendo em vista que os membros mantêm a taxa básica de juro em 0,5% ao ano e o programa de compra de ativos em £ 275 bilhões tendo como justificativa a meta de inflação de 2% no médio prazo, especula-se na imprensa internacional que o governo poderá ampliar os estímulos monetários em breve.

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Tal visão também é apoiada pelo fato de que as projeções de crescimento econômico se deterioraram. “Os prospectos para a economia britânica pioraram”, ressaltam, ao citar como fatores principais a desaceleração na demanda global, a preocupação com a solvência de diversos governos na Zona do Euro, tensões renovadas nos mercados bancários e a consolidação fiscal na região.

Por outro lado, posteriormente “a recuperação deve ganhar tração, apoiada pelos contínuos estímulos monetários e uma leve recuperação na renda real”, complementa o relatório do BoE.