Acidente

Avião que levava Eduardo Campos pode ter colidido com helicóptero, diz Band

Avião que estava o candidato à Presidência da República teria colidido com um helicóptero e explodiu no ar, diz emissora

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SÃO PAULO – O avião que estava o candidato à Presidência da República, Eduardo Campos, teria colidido com um helicóptero e explodiu no ar, diz site da Band. A informação foi obtida pela jornalista da emissora em conversa com amigos de familiares, que está na casa de Campos. 

A queda do avião ocorreu nesta manhã em Santos, no litoral paulista. O avião deve ter batido a uma velocidade de 230 km/h, aponta estimativa de piloto do helicóptero consultado pela Band.

Segundo secretário de Segurança Pública de São Paulo, Fernando Grella, trabalho de investigação está sendo feito com cautela e inquérito vai apurar possível homicídio culposo. Conforme ele disse, não há vítimas fatais entre os que estavam em solo. 

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A informação da morte de Campos foi confirmada nesta tarde pela assessoria do partido. A aeronave viajava do Rio para Guarujá e perdeu contato com controle aéreo. O acidente deixou sete mortos. A candidata à vice na chapa pelo PSB, Marina Silva, não estava na aeronave.

O PSB nacional confirmou que estavam em companhia do candidato à Presidência da República pela coligação Unidos para o Brasil, os assessores Pedro Valadares, assessor direto; Carlos Augusto Percol, assessor de imprensa; Marcelo Lira, cinegrafista; e Alexandre Severo, fotógrafo oficial, além dos pilotos da aeronave Cessna 560XL, prefixo PR-AFA, Marcos Martins e Geraldo da Cunha. O avião caiu hoje em Santos matando todos os ocupantes.

De acordo com o Comando da Aeronáutica, o Cessna 560XL, prefixo PR-AFA, decolou do Aeroporto Santos Dumont, no Rio de Janeiro, com destino ao Aeroporto de Guarujá (SP). O avião estava com o certificado de aeronavegabilidade e a inspeção anual de manutenção em dia. Quando se preparava para pouso, a aeronave arremeteu devido ao mau tempo. Em seguida, o controle de tráfego aéreo perdeu contato com o avião. O presidenciável era esperado em Santos, e seria recebido pelo amigo deputado federal Mario França, do PSB, que fez contato com Campos pela última vez por volta das 9h30 (horário de Brasília).