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Após um incêndio atingir o pavilhão dos países na Conferência do Clima das Nações Unidas (COP30), a Organização das Nações Unidas (ONU) passou o controle da área restrita onde ocorrem as negociações para o Brasil e afirmou que o local não é mais considerado “uma Zona Azul”.
A área destinada às negociações durante a COP30 fica sob comando da ONU, incluindo a parte de segurança. Após o incêndio e a ordem de esvaziamento do local pelo Corpo de Bombeiros, as Nações Unidas passaram o controle para o Brasil.

Poderia ter sido em qualquer lugar da Terra, diz ministro sobre incêndio na COP30
Foco do fogo teria sido no pavilhão da Índia, segundo o governo do Pará, e já foi controlado. Ainda não se sabe a razão do incêndio

ASSISTA: Incêndio atinge um dos pavilhões da COP30 em Belém
Segundo o governador do Pará, não há feridos; ministro diz que fogo já foi controlado
Segundo comunicado da UNFCCC, braço de clima da ONU, os bombeiros farão uma perícia no local e uma atualização do cenário será feita às 16h.
Oportunidade com segurança!
O incêndio que atingiu o pavilhão dos países começou no início da tarde desta quinta-feira, 20, e não deixou feridos. Segundo relatos de pessoas que passavam pelo local no momento do fogo, houve correria e algumas pessoas chegaram a pular portões para sair da Zona Azul.
ONU já havia criticado infraestrutura
Na semana passada, a Organização das Nações Unidas (ONU) enviou uma carta ao governo brasileiro com duras críticas à segurança e infraestrutura da Cúpula do Clima das Nações Unidas (COP-30). A reclamação foi encaminhada após uma tentativa de invasão da área azul, onde ocorrem as negociações climáticas, por manifestantes de um movimento indígena.
Em uma carta de três páginas, o secretário da UNFCCC (braço de clima da ONU), Simon Stiell, também cita problemas como a falta de ar-condicionado e vazamentos de água em alguns locais da Zona Azul, área onde ocorrem as negociações.
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“Durante episódios recentes de chuva forte, várias áreas do local sofreram inundação significativa. A água penetrou pelo teto e luminárias, criando não apenas interrupção, mas também potenciais riscos de segurança devido à exposição elétrica”, apontou a carta