Analistas do Pactual projetam impactos das eleições sobre as elétricas

Cemig, Copel e Celesc podem sofrer impactos a depender dos resultados do pleito em seus estados

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SÃO PAULO – A menos de uma semana da realização do primeiro turno das eleições, o Pactual enviou relatório comentando os possíveis impactos dos resultados do pleito sobre as ações das companhias elétricas.

Para o setor em geral, o banco carioca reforçou suas perspectivas otimistas, citando a melhora do ambiente regulatório, as boas projeções macroeconômicas e o cenário positivo para o preço da energia.

Cemig e Copel: poucas mudanças

Em Minas Gerais e no Paraná, os analistas do Pactual acreditam que as prováveis reeleições dos governadores Aécio Neves e Roberto Requião, amplamente esperadas, devem ter um impacto neutro sobre as ações das elétricas estatais.

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No caso de Requião, os analistas ainda ressaltam que um segundo mandato traria muito menos surpresas, o que seria positivo para as ações da Copel.

Celesc: privatização?

Já em Santa Catarina, o Pactual acredita que o cenário pode ser diferente, já que, de acordo com discursos realizados em 2005, o governador do Estado Luiz Henrique da Silveira teria interesse em privatizar a Celesc em um eventual segundo mandato.

No entanto, ainda que Silveira tenha boas chances de se reeleger no primeiro turno, os analistas revelam que ainda é cedo para precificar a venda da estatal.