Indicado ao STF

Alexandre de Moraes passa por “sabatina informal” em barco com oito senadores, diz jornal

O encontro, que entrou pela madrugada, contou a presença dos senadores Wilder Morais (PP-GO), Benedito de Lira (PP-AL), Cidinho Santos (PR-MT), Davi Alcolumbre (DEM-AP), Ivo Cassol (PP-RO), José Medeiros (PSD-MT), Sérgio Petecão (PSD-AC) e Zezé Perrella (PMDB-MG). Lira e Wilder são titulares da CCJ e Cassol e Petecão,

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SÃO PAULO – Após ser indicado para a vaga de Teori Zavascki no STF (Supremo Tribunal Federal), Alexandre de Moraes aguarda para ser sabatinado pela CCJ (Comissão de Constituição e Justiça do Senado). Mas ele não espera parado. Tem percorrido os corredores do Senado para visitar os senadores e “tirar possíveis dúvidas” que eles possam ter sobre a sua carreira ou posição jurídica sobre temas específicos.

O empenho se dá em meio a denúncias de que ele plagiou um autor espanhol em um de seus livros e a petições on-line que pedem que o Senado barre sua indicação à Corte.

Segundo o jornal O Estado de S.Paulo, na noite da terça-feira, porém, o indicado de Michel Temer participou de uma “sabatina informal” com um grupo de oito parlamentares em um barco do senador Wilder Morais (PP-GO). O encontro, que entrou pela madrugada, contou ainda com a presença dos senadores Benedito de Lira (PP-AL), Cidinho Santos (PR-MT), Davi Alcolumbre (DEM-AP), Ivo Cassol (PP-RO), José Medeiros (PSD-MT), Sérgio Petecão (PSD-AC) e Zezé Perrella (PMDB-MG). Lira e Wilder são titulares da CCJ e Cassol e Petecão, suplentes.

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De acordo com o jornal, Moraes foi questionado sobre acusações de envolvimento com a facção criminosa PCC (Primeiro Comando da Capital), suas posições quanto à Operação Lava Jato, legalização de drogas e prisão para condenados em segunda instância.

Moraes teria evitado falar sobre a Lava Jato porque, se confirmado, será o revisor dos processos no STF, mas teria sinalizado ser a favor das prisões em segunda instância e contra a legalização de drogas.