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O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), aproveitou o anúncio da sessão do Congresso para rebater o discurso de que tem pautado projetos como represália ao governo pela indicação de Jorge Messias do Supremo Tribunal Federal – Alcolumbre defendia o nome de Rodrigo Pacheco (PSD-MG), seu aliado.
“Jamais tomaria iniciativa em retaliação a qualquer coisa que seja. Tenho muita tranquilidade e serenidade da minha postura e conduta. Toda hora, alguém quer criar alguma crise ou conflito onde nunca existiu”, declarou.

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“O presidente do Congresso Nacional tem suas atribuições e ele não se furtará nem se omitirá em exercê-las”, continuou. A declaração foi dada depois de Alcolumbre confirmar uma sessão conjunta na quinta-feira, 27, para analisar vetos.
Pouco antes, Alcolumbre marcou para 10 de dezembro a sabatina e votação da indicação de Messias. O calendário, considerado apertado, é visto como um desafio para Messias, por dar apenas duas semanas para que o governo articule os 41 votos necessários para aprovação da indicação. Messias sofre resistências da oposição e mesmo de aliados do governo.