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Aécio critica estratégia de Dilma para reaver aprovação: “já vimos esse filme”

A estratégia para recuperação envolve reuniões com o ex-presidente Lula  e com o marqueteiro da campanha petista das eleições de 2014, João Santana, além de fazer um pronunciamento em rede nacional após o Carnaval

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SÃO PAULO – Na noite da última quinta-feira (12), o senador Aécio Neves (PSDB-MG) fez mais uma crítica contundente ao governo de Dilma Rousseff.

Desta vez, ele criticou a estratégias para que Dilma Rousseff retome a sua popularidade, que registrou forte queda, conforme destacou a última pesquisa Datafolha. A estratégia para recuperação envolve reuniões com o ex-presidente Lula na última quinta-feira e com o marqueteiro da campanha petista das eleições de 2014, João Santana, nesta sexta-feira além de fazer um pronunciamento em rede nacional após o Carnaval. 

“A imprensa revelou as providências que a presidente Dilma pretende tomar diante da grave realidade do Brasil […] convocar uma rede de rádio e TV e se reunir com o seu marqueteiro”, afirmou o senador em nota divulgada pelo Facebook.

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E afirmou que, “ao invés de demonstrar respeito pela população, vai repetir a receita e, de novo, utilizar um instrumento de Estado para a conveniência política do governo e apelar para a propaganda, na tentativa de maquiar a crise”.

Confira a nota na íntegra:

A imprensa revelou as providências que a presidente Dilma pretende tomar diante da grave realidade do Brasil, fruto da herança maldita que seu primeiro governo deixou para os brasileiros e que sinaliza um PIB de 0% e uma inflação de 7,15%: convocar uma rede de rádio e TV e se reunir com o seu marqueteiro.

Na prática, vai repetir a receita que trouxe o governo ao atual descrédito diante da população. 

A presidente não considerou convocar a rede de rádio e TV para prevenir a população sobre medidas que teriam um impacto imediato na vida de milhões de famílias. Não cogitou informar o país sobre o aumento de impostos e o corte de direitos traballhistas. Nem sobre o tarifaço de energia elétrica.

Ao invés de demonstrar respeito pela população, vai repetir a receita e, de novo, utilizar um instrumento de Estado para a conveniência política do governo e apelar para a propaganda, na tentativa de maquiar a crise.

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Ja vimos esse filme. Não vale a pena ver de novo.