Sem Reação

ADRs de estatais brasileiras não reagem à nova pesquisa eleitoral

Diferente das últimas pesquisas, os papéis negociados no exterior não mostram oscilação após pesquisa eleitoral mostrar que Dilma ainda seria reeleita no primeiro turno

Visão aérea da plataforma P-52 da Petrobras na Bacia de Campos. 28 de novembro de 2007. REUTERS/Bruno Domingos
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SÃO PAULO – Na noite desta quarta-feira (16) foi apresentada mais uma pesquisa eleitoral, mostrando que, apesar de cair 1 ponto, a presidente Dilma Rousseff ainda seria reeleita no primeiro turno. Diferente do que foi visto nas últimas semanas, a reação dos ADRs (American Depositary Receipt) de companhias estatais negociados nos EUA não registram grande oscilação.

Os ADRs da Petrobras referentes às ações ordinárias – negociado com o ticker “PBR” -, operam com leve queda de 0,67%, a US$ 13,40. A mesma variação é vista no “PBR.A” – correspondente à ação preferencial da companhia -, que está cotado a US$ 14,03. Já os ativos “EBR”, referentes aos papéis ordinários da Eletrobras registram leves perdas de 0,15%, a US$ 3,29, enquanto o papel “EBR.B” – que corresponde à ação preferencial classe B da companhia – seguem estáveis a US$ 5,14.

Vale lembrar que no último mês, as companhias estatais têm registrado um forte rali diante da expectativa de novas pesquisas eleitorais mostrarem queda de Dilma. Segundo analistas, a esperança do mercado de que as intervenções nessas empresas parem com uma mudança na liderança do país ajuda a impulsionar os papéis. Neste período, os papéis da Petrobras, Eletrobras e Banco do Brasil chegaram a subir mais de 30%.

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