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Veedha Investimentos tem João Albino Winkelmann como novo sócio

Executivo traz ao negócio a experiência de 38 anos em um grande banco,15 como diretor do Private, para liderar plano de expansão

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Rodrigo Marcatti, sócio-fundador do Veedha Investimentos e João Albino Winkelmann. Crédito: Bruno van Enck

Não foi por acaso que Rodrigo Marcatti, sócio-fundador do Veedha Investimentos, abriu uma garrafa de vinho no término de um expediente de maio. Com o negócio consolidado no seu quarto ano de existência, o ciclo de profissionalização é completado com a chegada do novo sócio, João Albino Winkelmann, que reforça o time como executivo-sênior responsável pela expansão dos negócios.

Depois de 38 anos em um grande banco – 15 como diretor do Private -, ele aceitou o desafio de capitanear a nova fase do escritório. O brinde entre os executivos teve um sabor especial. Nas taças, o vinho Veedha – significa vida – que deu origem ao nome da empresa.  À época de abertura do escritório, Marcatti foi celebrar. Ao puxar a garrafa da adega de maneira aleatória, notou no rótulo o desenho de uma mão segurando uma planta crescendo. “Foi como um sinal de que estava no caminho certo”, diz. A réplica da comemoração, agora com Albino, simboliza o nascimento de uma nova fase do negócio.

O executivo conduz a expansão do Veedha com a experiência de quem respondeu pelas 18 operações do banco nos principais mercados do País. “Espero contribuir para que, juntos, possamos fazer história nesse mercado”, diz. Com sede em São Paulo, escritórios no Rio de Janeiro, Sorocaba (SP) e a unidade recém-inaugurada em Florianópolis(SC), o plano de crescimento prevê 10 unidades da rede até o final do ano.

“Miramos algumas capitais, como Fortaleza (CE), Goiânia (GO), Belo Horizonte (MG) e Curitiba (PR)”, diz Marcatti. “Os bancos têm boas operações nessas regiões. Estamos mapeando as possibilidades.

Espaço para crescer é o que não falta, destaca Albino. Ele relembra que 90% dos investimentos do Brasil ainda estão sob a custódia dos bancos. “Nos Estados Unidos, acontece o contrário: 90% dos recursos são investidos sob o assessoramento dos Agentes Autônomos”, diz.

Fusões à vista

Os sócios do Veedha têm no horizonte a meta de avançar dos atuais R$ 4 bilhões para R$ 10 bilhões sob gestão até o fim de 2023. Para além do crescimento orgânico, os executivos também mantêm no radar a possibilidade de dar passos mais largos por meio de aquisições. “Organizamos uma estrutura completa e moderna para sustentar esse avanço”, diz Marcatti. “Esse é um dos nossos trunfos para firmar parcerias com escritórios menores”.

Além das mesas de renda fixa e variável, o time de 80 assessores conta um backoffice completo, com áreas específicas como Corporate e análise de produtos ESG (Environmental, social and governance, na sigla em inglês). A economista-chefe, Camila Abdelmalack, completa a equipe.

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Cultura de startup

O plano de expansão foi traçado pelos sócios em um encontro de alguns dias fora do ambiente de negócios, logo na virada do ano. “Ao mesmo tempo que temos um alicerce firme para possibilitar ao time bater as metas, mantemos a cultura de startup” , afirma Marcatti. O desafio de poder experimentar em uma estrutura flexível foi uma das principais motivações de Albino para se juntar à operação.

“Temos a possibilidade de, em poucos anos, deixar um legado. Essa ideia me motiva a começar a trabalhar todas as manhãs”, diz. “O sonho dos sócios passou a ser o meu sonho também”.

O alinhamento de ideias oxigena o negócio. As futuras comemorações estão garantidas. “Acabamos de importar mais uma remessa do vinho Veedha”, diz Marcatti.

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