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Investimentos alternativos ganham espaço no mercado

Produtos menos líquidos, mas com potencial maior de retorno, entram na mira da alta renda com queda do juro

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Mão segura um celular e consulta um gráfico em frente a um painel de movimentação de ações em Bolsa - mercado fracionário
(scyther5/Getty Images)

O investidor brasileiro vem passando por uma mudança de comportamento nos últimos anos, algo sem precedentes. Os juros baixos levam à diversificação das carteiras, com uma fatia cada vez maior destinada a ativos de maior risco e retorno. Outro fator, não menos importante, é a oferta crescente de produtos disponíveis aos investidores de diversos perfis, com plataformas abertas e tíquetes de entrada menores.

O mundo do investidor brasileiro, antes voltado para a Renda Fixa (RF) tradicional, agora inclui também Renda Variável (RV), crédito privado e produtos estruturados. A plataforma da XP Investimentos, ao colocar o investidor em contato com uma gama enorme de produtos, colaborou para esta jornada, que entra agora em uma nova etapa, a dos chamados “Investimentos Alternativos”, como Fundos de Private Equity, Venture Capital ou de Infraestrutura, cujo acesso ainda é restrito.

Para o especialista em Fundos Alternativos da XP, Fabiano Cintra, o esforço vai em duas direções: gerar conhecimento, por meio de ações educativas, e oferecer na plataforma produtos adequados para estimular este movimento. “O primeiro risco que o brasileiro aceitou tomar foi o de mercado, com a renda variável entrando no radar. Depois, tivemos o risco de crédito, ou high yields, que passou a compor as carteiras. Agora é a vez de o investidor aceitar o risco de liquidez, com aportes em um horizonte maior de tempo”, comenta Cintra.

Fundos de Private Equity e de Venture Capital
A iliquidez é a principal característica a ser observada nos Fundos Alternativos, ou seja, o investidor precisa ter em mente que não poderá sacar os recursos a qualquer hora. Em troca, poderá ter um retorno potencial maior. “Como nas duas primeiras fases da nova jornada do investidor, nesta também queremos atuar de forma ativa. A XP quer ser a casa dos Fundos Alternativos”, comenta Cintra.

Na semana que vem, o evento “XP Alternative Week” irá abordar o tema sob vários ângulos, que incluem o educacional. Os principais produtos alternativos na grade de opções do investidor são os Fundos de Private Equity e os de Venture Capital. Embora os dois fundos façam aportes em empresas de capital fechado, o foco é diferente quando o tema é maturidade do negócio.

“Os dois fundos têm pouca liquidez, como qualquer produto alternativo, mas enquanto o Private Equity foca em companhias com histórico maior e fluxo de caixa mais previsível, o Venture Capital aloca os recursos em empresas embrionárias”, explica Cintra. Os fundos de Private Equity, os mais famosos entre os produtos alternativos, buscam obter o retorno do investimento com a venda de participação nas empresas – via oferta pública de ações (IPO) ou negociação direta. Já os Fundos de Venture Capital, ao ingressarem em empresas com pouco tempo de atividade ou mesmo em projetos, são mais arriscados.

“Historicamente, são os clientes institucionais, os de altíssima renda e os family offices que investem nestes produtos pelo tíquete mínimo elevado, muitas vezes acima de R$ 5 milhões”, explica o especialista da XP, afirmando que isto restringe o acesso ao público muito específico, deixando de lado uma fatia importante de investidores.

Cintra lembra que a XP tem procurado incluir na plataforma Fundos Alternativos que tenham tíquete menor, democratizando o acesso. A própria XP lançou, no começo do ano, o fundo XP Private Equity, o primeiro para investidor qualificado varejo alta renda com investimento mínimo de R$ 150 mil. O produto foi um sucesso e chegou a 5 mil investidores no fundo. “No passado, tinha fundo de Private Equity com apenas 50 ou 100 cotistas, mas isto tende a mudar.”

A XP, destaca Fabiano Cintra, tem seis fundos Alternativos que devem ser incluídos na plataforma, quatro de terceiros e dois da própria gestora. “Estamos trabalhando em todas as frentes para oferecer ao investidor uma variedade maior de bons temas e de produtos de terceiros.”

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Fundos de Infraestrutura e Special Situations
O executivo também menciona outros dois tipos de Fundos Alternativos que entram no horizonte do investidor de alta renda: os fundos de Infraestrutura e os Special Situations. Os de infraestrutura são similares aos de Private Equity em estrutura e funcionamento, mas há diferenças em relação a tamanho e risco.

Ao investir em grandes projetos como linhas de transmissão e rodovias, muitas vezes os fundos de Infraestrutura acabam sendo menos diversificados. Em alguns casos, o fundo entra em apenas um único leilão. Por outro lado, ainda comparando com os Private Equity, o de Infraestrutura têm na carteira projetos com risco menor de fracassar e são, assim, menos arriscados.

Já os Fundos Special Situations são uma categoria separada e se dedicam a estruturar operações para empresas específicas, normalmente envolvendo crédito, e que passam por dificuldades em alguns casos já em recuperação judicial. São ativos ilíquidos, muitas vezes depreciados, que os fundos compram buscando retorno no médio e longo prazo. O nível de risco neste caso é elevado.

“Todo este movimento de aceitar mais risco na carteira, que inclui parte dos recursos alocados em Fundos Alternativos, já é uma realidade lá fora e agora avança na perspectiva do investidor brasileiro”, comenta o especialista da XP. “Chegou a hora de fazermos isto no Brasil, e a XP lidera o movimento para promover o acesso aos bons fundos alternativos, de boas gestoras com histórico nos produtos. O juro tão baixo e que deve permanecer ajuda a promover esta jornada”, comenta Fabiano Cintra.

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