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Energia mais barata: hospital vê economia de R$ 300 mil por ano e agora quer inspirar rede médica

Migração para o mercado livre de energia gera benefício financeiro e sustentável

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Dizem que um dos melhores investimentos é reduzir gastos. Foi com esse pensamento na cabeça que um hospital no interior de São Paulo, a Unimed Araçatuba, migrou para o mercado livre de energia, onde é possível negociar o preço da energia em vez de aceitar os valores cobrados pela distribuidora, gerando economia financeira projetada acima de R$ 300 mil por ano. 

A estratégia foi migrar do mercado cativo para o mercado livre. Dessa forma, o hospital abriu mão da compra de energia elétrica direto com a distribuidora local para poder negociar livremente outros contratos de energia, com preços mais competitivos. No primeiro mês após essa mudança, a redução na conta de energia foi de 19%, ou R$ 27 mil em termos financeiros. A expectativa é que essa porcentagem avance para 20% nos próximos meses com o acionamento da bandeira vermelha, o que pode representar um benefício anual superior a R$ 300 mil.

As negociações para a Unimed Araçatuba migrar o ambiente de contratação duraram cerca de um ano, quando teve início o contato com a área de energia da XP para fazer essa intermediação. “Isso foi uma inovação para o interior de São Paulo, não temos outras empresas no mercado livre na nossa região, então concretizar tudo isso antes de um ano é um sucesso”, afirma Vilma Neri Shinsato, diretora administrativa do hospital.

O principal temor para efetivar a mudança era a garantia de que não haveria nenhuma interrupção no fornecimento – a energia é item essencial para a área médica, que lida 24 horas por dia com o tratamento dos pacientes. Rafael Carneiro, head da área de Energia da XP Investimentos, explica, no entanto, que não há nenhuma diferença em termos de suprimento de energia. “Os contratos no mercado livre garantem preço, prazo e quantidade – os critérios de confiabilidade e qualidade no fornecimento de energia continuam a depender da distribuidora local.”

Isso acontece porque as usinas geradoras e os consumidores de energia estão conectados a todo momento pelo Sistema Interligado Nacional, uma rede coordenada pelo Operador Nacional do Sistema (ONS) que garante a entrega de energia para todos as distribuidoras do País.

“Nós sabíamos que do ponto de vista financeiro era muito mais vantajoso, mas nosso maior medo era que pudesse faltar energia”, afirma Vilma. A unidade tem mais de quatro mil atendimentos de urgência ou emergência por mês, além de contabilizar mensalmente mais de 500 internações e 600 cirurgias. “Se um hospital desse porte tem a confiança de que não irá faltar energia, não consigo enxergar nenhum outro mercado que precise ter medo”, complementa.

O mercado livre foi criado em 1995, mas apenas recentemente ganhou projeção. Em 2016, por exemplo, o número de indústrias consumidoras de energia mais do que dobrou, superando em pouco mais de 4.000 clientes. “Dois motivos explicaram esse movimento no ano passado: a forte alta das tarifas de energia elétrica das distribuidoras no mercado cativo e os preços do mercado livre significativamente mais baixos”, explica Rafael Carneiro.

A depender de cada caso, há uma multa a ser paga para a distribuidora, mas esse desembolso costuma valer a pena. A diretora do Hospital Unimed Araçatuba conta que realizou um investimento total de R$ 55 mil para todo o processo de migração, sendo que a previsão é recuperar o valor com a economia na conta de luz em apenas dois meses, captando todo o benefício a partir do terceiro mês sem nenhum custo adicional.

Energia limpa

Diferentemente de outros países, a migração para o mercado livre no Brasil é permitida somente para empresas. Há duas faixas de clientes nesse mercado: os consumidores livres, que podem escolher qualquer fornecedor de energia elétrica, e os consumidores especiais, que apenas podem comprar energia de fontes incentivadas, tais como Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCHs), eólica, biomassa e solar. A diferença entre as duas categorias está na demanda contratada pela indústria: o primeiro grupo deve ter demanda acima de 3 MW, e o segundo grupo está em uma faixa de 500 kW a 3 MW – e é nesse último que o Hospital Unimed Araçatuba se enquadra.

A determinação de que a energia para consumidores especiais deve ser gerada por fontes limpas também motivou a diretora do hospital. “Ficamos muito satisfeitos com essa parte da sustentabilidade, ela representou, em termos de redução de emissão de CO2, um benefício muito grande para nós, e isso fazia parte da meta para a nossa empresa”, explica.

Agora, o hospital planeja inscrever esse case em uma série de premiações internas promovidas pela rede da Unimed. A ideia é mostrar como o processo transcorreu sem dificuldades e inspirar que outras unidades sigam o exemplo e também adotem esse modelo.

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