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Comprar ouro e dólar para proteger sua carteira: vale a pena?

Importante: os comentários e opiniões contidos neste texto são responsabilidade do autor e não necessariamente refletem a opinião do InfoMoney ou de seus controladores

Nas últimas semanas, investidores de todo o mundo observam uma intensa volatilidade nos mercados por conta da pandemia do coronavírus e da nova crise do petróleo. Neste cenário, estar bem posicionado é fundamental. Comprar ouro e dólar, então, acaba sendo uma boa alternativa.

Isso porque ambos os casos acabam sendo o que se conhece como hedge, que nada mais é do que uma estratégia de proteção de carteira em momentos de incertezas e muitas variações nas bolsas pelo mundo.

A percepção de risco global está em níveis altos e não há perspectivas de prazo para uma estabilização e melhora do cenário, por isso tanto o dólar quanto o ouro acabam sendo alternativas para preservar o capital e diversificar os investimentos.

A seguir, vamos contextualizar melhor o momento que vive a economia global e falar sobre as alternativas de investimento em dólar e ouro.

Coronavírus e crise do petróleo impactando os mercados

A preocupação global quanto ao coronavírus no mundo mexe com os mercados desde o começo do ano, quando a China registrou o pico dos casos da doença.

O ápice da crise nos mercados globais veio após o Carnaval, com as bolsas registrando quedas significativas.

O mês de março começou com as bolsas em todo mundo registrando quedas elevadas, inclusive aqui no Brasil.

Agora, as expectativas dos especialistas de research da XP ficam sobre os estímulos dos governos para conter os impactos das duas crises.

Revisão do cenário econômico

Alguns fatores, como o PIB abaixo do esperado, os recentes cortes de juros nos EUA e a possibilidade de uma taxa Selic a 3,5% em março fizeram os economistas da XP revisarem as estimativas, segundo relatório publicado no dia 04 de março:

PIB: a projeção para 2020 passou de 2,3% para 1,8%.

Inflação: passou de 3,4% para 3%.

Selic: estimativa baixou para 3,5% no ano.

Câmbio: a projeção do dólar para o final de 2020 passou de R$ 4,15 para R$ 4,50.

Aproveite a alta do dólar

A estratégia de hedge com dólar para equilibrar perdas pode ser feita de algumas formas:

Ações: aqui, a ideia é escolher empresas exportadoras, que operam ou têm ativos em dólar.

Quando o dólar está em alta, as ações dessas companhias sobem porque a receita é em moeda estrangeira.

Fundos cambiais: são as aplicações com ao menos 80% da carteira em títulos de moeda estrangeira.

Aproveite a gestão profissional, praticidade e baixo valor de investimentos (em torno de R$ 1 mil).

Moeda: a compra de papel moeda não é a melhor das alternativas, mas pode ser útil para quem precisa do dinheiro para uma viagem, por exemplo.

A dica é fazer compras em momentos distintos para conseguir uma cotação média.

Dólar futuro: é do que um contrato de compra e venda de determinada quantidade de dólares em um preço e data definidos.

Se no dia do vencimento o dólar estiver acima do valor da negociação, o comprador se beneficia.

Se for o contrário, quem sai ganhando é o vendedor. Esses contratos, no entanto, custam cerca de US$ 50 mil.

Mini dólar: Se você não tem o valor de um contrato cheio, a alternativa são os contratos de mini dólar.

Eles representam 20% do valor de um contrato cheio, ou seja, em torno de US$ 10 mil.

Por que comprar ouro?

O ouro é usado como moeda de troca internacional desde 1500 a.C, aproximadamente.

Ele ficou conhecido como um símbolo de proteção contra crises financeiras e é visto também como um investimento seguro em diversos cenários.

Por ser uma aplicação cuja variação de preço acontece diariamente e em todo o mundo, é importante conhecer o mercado e suas nuances.

Fatores geopolíticos e econômicos impactam a cotação do ouro, por isso, ficar sempre atento às notícias é essencial.

Os sinais de desaceleração da economia global por conta dos efeitos do coronavírus e da crise do petróleo devem manter o ouro em alta.

A commoditie metálica é indicada para quem já possui recursos em outros produtos financeiros e quer diversificar a carteira, compensando o risco de outros investimentos.

Existem 4 formas de investir em ouro:

Ouro em barra: procure uma corretora autorizada pelo Banco Central e pela CVM (Comissão de Valores Mobiliários) para realizar a compra.

Evite ir a lojas de rua e, por segurança, só compre as barras vendidas lacradas pelas distribuidoras.

Contratos futuros na bolsa: é uma das alternativas para quem tem receio de manter o ouro em casa e prefere comprar ativos negociados na BM&F Bovespa.

Existem opções que variam de 0,225 grama (por cerca de R$ 35) a 250 gramas (por mais de R$ 40 mil).

Fundos de investimento: são os fundos lastreados em contratos financeiros de ouro, com proteção contra a variação cambial e gestão de um profissional.

São mais acessíveis, com aplicação mínima é de R$ 500. Pode ser passivo e comprar o ouro (sofrendo com as oscilações do preço) ou ativo, comprando e vendendo de acordo com o momento do mercado.

COE: é um investimento que une produtos da renda fixa e da renda variável.

É um ativo seguro como ouro, com capital protegido (perda máxima perto de zero) e exposição ilimitada à alta da commoditie.

Na XP, você pode encontrar duas alternativas de COE na plataforma, ambas com aplicação mínima é de R$ 5 mil.

Quer melhorar a correlação entre os ativos da sua carteira? Aproveite para comprar ouro e dólar na XP e proteja seu patrimônio neste momento de incertezas. Ainda não tem conta? Abra a sua agora e aproveite as oportunidades.

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