Seguro de vida

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Produtos que indenizam o segurado em caso de doenças graves funcionam como uma reserva para imprevistos

Contratação de um seguro de vida pode ser uma boa alternativa para incentivar disciplina financeira e até blindar esse recurso para que ela não seja usado para outros fins

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Mongeral Aegon oferece seguros com diversas coberturas.

Quando o assunto é reserva financeira o mais comum é associar sua necessidade a imprevistos materiais, como um carro quebrado, dano à residência ou mesmo recursos para uma viagem com a família. No entanto, também é preciso pensar em um planejamento financeiro a longo prazo, principalmente para não ficar volúvel a imprevistos relacionados com problemas de saúde.

“O brasileiro ainda não mudou os hábitos e poucos pensam em ter uma reserva financeira, que prefiro chamar de estratégica. Esta reserva é muito importante e deve ficar segregada de outros investimentos”, comenta Reinaldo Domingos, da Dsop Educação Financeira, acrescentando que essa reserva deve ser de um a seis salários da pessoa.

Para o especialista, a contratação de um seguro de vida pode ser uma boa alternativa para incentivar essa disciplina e até blindar esse recurso para que ela não seja usado em outros fins.

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“É um produto barato e que oferece cobertura para lucro cessante, em caso da pessoa não poder trabalhar por doença, incapacidade temporária ou permanente. Os recursos do seguro evitam que a pessoa queime rapidamente aquela reserva estratégica”, explica.

Na Mongeral Aegon, há um seguro específico para Doenças Graves, com preço a partir de R$ 21,29 por mês. O produto indeniza o segurado em caso de diagnóstico de diversos tipos de câncer, Alzheimer, AVC e doenças cardíacas como infarto. Os recursos pagos em dinheiro são de livre utilização pelo segurado e ajudam a dar tranquilidade em um momento de insegurança. A preocupação com estas doenças vem crescendo pela maior prevalência e também pelos custos extras não cobertos pelos planos de saúde.

No caso do Alzheimer, que leva à incapacidade progressiva e exige gastos com cuidadores e remédios de uso contínuo, os índices são alarmantes. O Brasil é o segundo país em prevalência da doença, segundo o estudo “Carga Global de Doenças, Lesões e Fatores de Risco”, ou GDB, realizado entre 1990 e 2016. O país só perde para a Turquia em casos de demência, a maior parte Alzheimer. Já o infarto agudo do miocárdio, segundo o Ministério da Saúde, afeta 300 mil pessoas no Brasil por ano, obrigando ao afastamento temporário do trabalho e perda de renda. É o caso também do câncer, que pelos hábitos pouco saudáveis como obesidade e tabagismo, além do envelhecimento da população, cresce em incidência.

Outro produto que pode dar uma garantia financeira em casos de imprevistos com a saúde é o seguro Incapacidade Temporária. Ele repõe a renda do trabalhador em caso de afastamento do trabalho por doença ou mesmo acidente. No caso do Saúde Protegida, da Mongeral Aegon, é incluída uma cobertura de diária por internação hospitalar (DIH), que cobre os dias em que ele ficou hospitalizado. Este item da cobertura indeniza em caso de situações que exijam internação, e de tratamentos clínicos ou cirúrgicos que não possam ser realizados em ambulatório, domicílio ou consultório.

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