Longevidade Financeira

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Como investir dinheiro da forma certa e ter longevidade financeira

 

Importante: os comentários e opiniões contidos neste texto são responsabilidade do autor e não necessariamente refletem a opinião do InfoMoney ou de seus controladores

Como investir dinheiro com segurança?

Se você tem esse tipo de dúvida ao analisar possíveis aplicações financeiras, faz parte da maioria.

Porque o brasileiro, de forma geral, evita o tema investimentos pelo medo de perder dinheiro.

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Muitos até preferem abrir mão de uma rentabilidade mais atrativa para fugir de qualquer risco.

Só que fazer o dinheiro trabalhar a seu favor e alcançar a longevidade financeira exige mudar essa realidade.

É o que iremos abordar neste artigo.

Quer se tornar um investidor melhor? O aprendizado começa agora!

Como investir dinheiro de forma certa?

Historicamente, o brasileiro não investe ou, quando o faz, tem um perfil conservador.

Diversas pesquisas apontam para isso, como a realizada pela Anbima, a Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiros e de Capitais.

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De acordo com o estudo, 58% dos brasileiros não têm nenhum investimento financeiro.

O restante que investe em alguma modalidade o faz, basicamente, na tradicional caderneta de poupança – sendo ela a escolha de 89% dos entrevistados.

Só que essa passa longe de ser uma alternativa interessante, dada a baixíssima rentabilidade.

Em 2018, ela foi de apenas 6,16%.

Na prática, significa que, se você iniciou o ano passado com um depósito de R$ 1.000, chegou a 12 meses depois com um saldo de R$ 1.061,60. Ou seja, ganho líquido de R$ 61,60.

Por tudo isso, a poupança ainda é considerado como investimento, mas longe de ser vantajoso.

Então, por que a imensa maioria dos brasileiros a escolhe? Talvez por não conhecer outras opções tão seguras quanto, mas muito mais atrativas.

É o que afirma a superintendente de Educação da Anbima, Ana Leoni, nesta entrevista à Agência Brasil.

Segundo ela, a poupança é antiga, tradicional e muito conhecida, enquanto outros produtos financeiros possuem “elementos mais sofisticados de compreensão.”

Aprender como investir dinheiro da forma certa, portanto, passa pela educação e maior conhecimento do mercado.

Títulos públicos, títulos privados e fundos de investimento, por exemplo, são menos complexos do que se imagina – e mais rentáveis do que a caderneta.

Entendendo o perfil de investidor

Evidentemente, o risco para cada uma das modalidades também é diferente.

Para saber qual deles é o mais adequado para você, é preciso conhecer seu perfil de investidor.

Basicamente, existem três possibilidades:

  • – Conservador
  • – Moderado
  • – Arrojado / Agressivo

O que os diferencia é a capacidade de assumir riscos.

Assim, o conservador é o menos propenso a se arriscar, o moderado pode encarar novos desafios e o arrojado está disposto a enfrentar as incertezas em troca de uma promessa de maior rentabilidade.

Para cada um dos tipos, existem investimentos mais adequados que terão maior ou menor risco, com rentabilidades diversas e prazos variados.

Significa que existe um produto que melhor combina com você.

Descobrir qual é funciona como o primeiro passa para aprender como investir dinheiro corretamente.

Por que investir é importante?

Se você parar hoje de trabalhar, teria alguma outra fonte de renda?

Em caso positivo, essa receita alternativa cobriria todos os seus gastos mensais?

Se respondeu “não” a qualquer uma destas perguntas, é urgente que você aprenda a investir.

Os investimentos são uma forma de fazer com que seu dinheiro “trabalhe” por você.

De acordo com a modalidade escolhida, ela terá rendimentos em determinada quantidade de tempo. É dinheiro fazendo dinheiro.

Assim, ao separar uma parte dos seus ganhos mensais e aplicá-la em Tesouro Direto, LCI ou ações, por exemplo, você espera que aquele valor seja acrescido de juros quando o resgatar.

Mesmo a caderneta de poupança, com seus baixos retornos, também pode ser considerada uma forma de investimento, como já explicamos.

Com isso, em vez de deixar as notas e moedas acumulando poeira debaixo do colchão ou nos famosos cofrinhos, você estará investindo, colocando seu dinheiro para trabalhar.

Resumidamente, investir é importante porque:

  • – Pode trazer ganhos a curto, médio ou longo prazo
  • – Com planejamento, pode se tornar uma outra fonte de renda
  • – Não deixa o dinheiro parado na economia.

Se você quer ter mais dinheiro em um futuro próximo ou distante, se deseja ter uma alternativa de ganhos e, por fim, quer movimentar seus recursos enquanto eles se acumulam, precisa aprender como investir.

Adquirindo o bom hábito do investimento, você ainda fica mais próximo da tão desejada longevidade financeira.

O que é longevidade financeira?

Já vimos que boa parte dos brasileiros não poupa, nem investe – comportamento reforçado por dados levantados pelo SPC Brasil e CNDL.

Com isso, ficam à mercê dos rendimentos do próprio trabalho, sem planejamento financeiro e sujeitos a imprevistos.

Mas e se o carro der defeito? E se aparecer uma despesa médica de urgência? E se um cano d’água estourar em casa?

Em todas essas situações, será preciso recorrer ao crédito do mercado, com altos juros.

Para fugir de armadilhas como essa, você precisa perseguir a longevidade financeira.

Trata-se da capacidade de ter ganhos que consigam cobrir todas as despesas, de maneira confortável, por toda a vida.

Assim, para que os gastos presentes e os futuros sejam cobertos, é preciso aumentar a renda e administrar bem as finanças para, então, conseguir poupar adequadamente e, enfim, investir o dinheiro.

Com toda essa organização, é possível manter a saúde do orçamento tanto para viver a vida nos dias atuais, quanto para o amanhã.

Você deve estar se perguntando: “mesmo para os imprevistos?”. Sim, mesmo para os imprevistos.

Quem opta por construir uma longevidade financeira compreende que algumas situações podem fugir do controle e, também para elas, é necessário ter uma espécie de colchão, que é a poupança.

No entanto, ao estabelecer esse patamar satisfatório de suas finanças, você não fica preso a “apagar incêndios”, resolvendo emergências financeiras.

Ao escolher a longevidade financeira, consegue estruturar seu orçamento de tal forma que já estará apto a investir o dinheiro e, assim, ter mais ganhos – e, até mesmo, uma nova fonte de renda.

Ser um poupador basta para investir bem?

Poupar e investir são ações diferentes.

O primeiro comportamento é sobre acumular dinheiro regularmente, com um objetivo claro, a fim de fazer uma reserva que será resgatada no futuro.

O segundo hábito tem, sim, semelhanças com a poupança.

O investidor é aquele que também reserva parte dos seus ganhos com o intuito de resgatá-lo em algum momento. Mas ele o faz aplicando em alguma modalidade que permita retorno financeiro.

Assim, o poupador pode simplesmente fazer uma poupança em casa, guardando dinheiro sob o colchão – o que limitaria demais as suas possibilidades. Porém, mesmo que seja muito disciplinado em suas reservas, não pode ser considerado um investidor.

A pessoa que faz investimentos precisa ter algum capital em mãos para fazê-lo render. É necessário, obviamente, ter dinheiro para fazê-lo “trabalhar”.

Portanto, mesmo que o poupador não seja um investidor, essa característica é fundamental para construir o perfil de quem sabe como investir dinheiro.

Afinal, quanto maior o nível dos seus recursos para aplicar com estratégia e inteligência, maiores são as chances de ganhos.

E, quanto mais você souber investir e obtiver retornos financeiros, mais próximo estará de alcançar a longevidade financeira.

5 passos para se tornar bom investidor

A importância de fazer bons investimentos já não é mais novidade.

Mas como escolher a melhor aplicação? Quanto investir por mês? Quando começar a fazer os investimentos?

Cada uma dessas respostas será pessoal. Mas há alguns atalhos e boas práticas.

Veja o que diz a economista Lorenna Bisbo, em entrevista ao G1:

“Uma dica muito importante é entender que o mercado financeiro oferece modalidades diversificadas. Portanto, as pessoas devem observar os tipos de aplicações existentes e qual se adequa ao seu perfil”.

Ter uma boa análise sobre seu perfil e sobre as possibilidades é fundamental para começar a investir.

Sem mais delongas, confira os cinco passos para se tornar um bom investidor:

1. Conheça seu orçamento a fundo

Quanto você realmente ganha todo mês? Quanto gasta? Tem dinheiro sobrando ou dá pra economizar em algo, poupar e, assim, investir?

Antes de pensar em aplicar dinheiro, é imprescindível conhecer seu orçamento para definir as suas possibilidades de investimento.

Não adianta fazer metas irreais, se você sabe que elas não serão alcançadas ou irão prejudicar a sua rotina atual.

Do mesmo modo, achar que não tem recursos suficientes ou investir muito abaixo de suas capacidades financeiras pode significar perder dinheiro.

2. Descubra seu perfil de investidor

O quanto você está disposto a correr riscos com o dinheiro? Quanto espera receber pelas aplicações? Gostaria de diversificar as modalidades ou prefere ficar em poucas, somente?

As respostas a essas perguntas nortearão as suas decisões de investimento e serão a base para moldar o seu perfil de investidor.

Quem deseja altos ganhos de dinheiro mesmo que, para isso, seja necessário investir em renda variável e com possibilidade de ter prejuízos, pode ser considerado um investidor agressivo, por exemplo.

Já a pessoa que aceita receber pequenos rendimentos sobre o valor aplicado, mas com maior segurança, se enquadra no perfil conservador.

Nesse meio, existe o investir moderado, que espera receber uma remuneração maior sobre o montante investido do que a forma conservadora, diversificando seus investimentos e obtendo resultado a médio e longo prazo.

3. Estabeleça objetivos, metas e prazos

Com que objetivo você está investindo? Qual sua meta de rendimento? Em quanto tempo esperar reaver o montante aplicado e com acréscimos?

Tudo isso deve ser estabelecido logo após você estruturar seu orçamento e conhecer seu perfil de investidor.

Obviamente, não dá para prever com exatidão o quanto determinados investimentos irão render no futuro.

Contudo, ao definir metas de ganhos, você saberá dizer, no tempo do resgate, se aquela modalidade escolhida foi a mais acertada para o seu objetivo.

Prazos também são muito importantes, uma vez que a rentabilidade muda para retiradas em curto, médio e longo tempo de investimento.

Assim, tenha a clareza de seus objetivos, metas e prazos para escolher mais acertadamente onde investir.

4. Estude bastante

Pesquise sobre as diferentes modalidades de investimento. Conheça o mercado e como ele vem se comportando. Leias jornais e editoriais de Economia. Observe o que economistas e especialistas em finanças têm a dizer.

Ao estudar as formas de investir, mercado, projeções e avaliações, você será capaz de avaliar o que melhor se adequa à sua realidade.

Você deve lembrar que, para chegar até esse passo, foi feita uma análise do orçamento pessoal, do perfil de investimento e a definição de objetivos, metas e prazos.

Depois disso, você já tem a capacidade de encontrar, dentre tantas opções oferecidas, aquela que estará perfeitamente alinhada com aquilo que busca.

Portanto, é o momento de definir as estratégias para você fazer seu dinheiro render.

5. Acompanhe seus investimentos

Parece que, depois de todas essas análises, está tudo certo e você já começou a investir. Mas as observações e decisões não param por aí.

É preciso acompanhar de perto a evolução dos investimentos e verificar, assim, se tudo está correndo como gostaria.

Veja alguns pontos importantes para a sua reflexão:

  • Você está conseguindo manter a disciplina no orçamento?
  • As estratégias escolhidas estão de acordo com seu perfil de investidor?
  • As metas de rentabilidade estão dentro do esperado – inclusive, em prazos?
  • Será que não existem outras modalidades mais alinhadas com suas expectativas?

Aprenda também: como ganhar mais, gastar melhor e poupar certo

Fazer um investimento acertado depende, antes de tudo, de organizar por completo o orçamento pessoal.

Assim, quanto mais você ganhar, mensalmente, mais poderá investir e, portanto, ter mais ganhos.

Da mesma forma, ao fazer economias e aprender a gastar melhor, haverá uma folga maior para reservas e investimentos.

Por fim, não basta ter mais ganhos e economizar se esse dinheiro não for separado com disciplina e objetivo certo, todo mês.

Como já vimos, para investir bem, é preciso dominar seu próprio orçamento, perfil investidor, objetivos, metas, prazos e mercado.

No entanto, ganhar mais, gastar melhor e poupar certo também são ações necessárias aos seu projeto de longevidade financeira.

Ao adotar esses hábitos, você estará garantindo a saúde de suas finanças, estabelecendo um ótimo nível de orçamento para o presente e futuro e, dessa forma, construindo uma realidade muito mais tranquila no bolso, com qualidade de vida..

Conclusão

Ao chegar ao final da leitura, você já sabe como investir dinheiro da forma certa?

Ainda que restem dúvidas e medos para iniciar a jornada rumo à longevidade financeira, você tem informações seguras para construir seu planejamento.

Como vimos, tudo depende de um processo de educação, investindo no seu conhecimento para, então, encontrar a melhor maneira de fazer seu dinheiro render.

Aproveite para descobrir agora qual a reserva necessária para você alcançar dias de maior tranquilidade no bolso.

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Hirbis Girolli é responsável pelo desenvolvimento da plataforma online MAI digital, além de colunista no Instituto de Longevidade. Tem como uma de suas principais missões ajudar a divulgar no Brasil o conceito de Longevidade Financeira.