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Otimismo para 2018: setor de higiene pessoal, perfumaria e cosméticos se prepara para recuperação

Setor deve chegar à marca de R$ 115 bilhões em 2020

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Apesar da queda na compra de produtos de higiene pessoal, perfumaria e cosméticos (HPPC) registrada por dois anos consecutivos, João Carlos Basílio, presidente-executivo da Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos (Abihpec), mostra otimismo. Além da recessão, com a queda de consumo, as empresas sofreram com a alta indiscriminada da carga tributária. Houve mudança na cobrança de PIS/Cofins, que passou a incidir sobre as distribuidoras, e alta de impostos estaduais. O resultado foi a queda de vendas de 9% em 2015 e de 6% em 2016 “que, no entanto, deverá ser recuperada em 2018”, diz o executivo. Para Basílio, existe boa perspectiva para as vendas em datas fortes.

Seminário promovido pela Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos (Abihpec) em 2017 debateu tendências. Um ponto de destaque foi o aspecto de inovação, essencial pelas transformações de comportamento de consumidores, e ainda a questão de envelhecimento da população. De acordo com a Abihpec, a indústria de beleza – que inclui cosméticos e similares – cresceu 4,8% em 2016, somando R$ 102,2 bilhões em vendas. A estimativa é de continuidade no crescimento do setor, que deverá chegar a R$ 115 bilhões em 2020.

*Esta reportagem foi originalmente publicada na edição da revista Líderes do Brasil em 12/12/2017.