Otimismo antecipado

Verde volta a aumentar risco em ações, de olho no desenvolvimento de vacinas contra Covid-19

Fundo Verde teve ganhos de 2,05% em julho, contra CDI de 0,19%; alocações em bolsas ajudaram

(Getty Images)

SÃO PAULO – Com ganhos de 2,05% em julho, contra um CDI de 0,19%, a Verde Asset informou que voltou a aumentar o risco em ações do fundo de mesmo nome em meados de julho, diante de notícias “incrementalmente positivas” relacionadas à velocidade de desenvolvimento de vacinas para a Covid-19.

“Embora os mercados estejam sendo cada vez menos influenciados unicamente por novidades sobre a doença, acreditamos que a(s) vacina(s) trazem um potencial relevante em termos de acelerar o ritmo de recuperação econômica global”, afirmou a Verde, em carta aos cotistas divulgada nesta segunda-feira (10).

Atenta ao desenvolvimento de vacinas antes do fim do ano, a gestora destaca que os mercados vão se antecipar a novidades e que mantém posições relevantes em ações por conta disso.

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O portfólio em ações do fundo tem hoje uma alocação bem dividida entre a parcela global e a brasileira. As posições em juro real no Brasil, por sua vez, foram novamente reduzidas. Em moedas, o fundo mantém posições em libra e iene.

Em julho, a alocação em ações no mercado local e internacional contribuiu para o bom desempenho da carteira, assim como a posição de juro real. Do lado negativo, o Verde teve pequenas perdas em exposições prefixadas, enquanto o livro de moeda teve ganhos marginais.

No ano, o fundo ainda acumula perda, de 1,56%, contra variação de 1,95% do CDI até julho.

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