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SÃO PAULO – Mesmo com títulos prefixados do Tesouro Direto pagando quase o dobro da taxa Selic anual, ainda permeiam os pensamentos de alguns investidores os riscos inflacionários de longo prazo. O histórico do Brasil realmente não ajuda os investidores mais conservadores: depois das batalhas para tentar controlar a inflação na década de 1980 e início dos anos 1990, o índice ainda extrapolou o limite da meta três anos seguidos, em 2001, 2002 e 2003, e chegou a 10,7% em 2016.
Dessa forma, é natural que os investidores mais conservadores de renda fixa optem pelos títulos atrelados ao IPCA, que pagam juros mais a correção da inflação do período. No entanto, um novo dado entrou no radar dos investidores nesta semana. A meta de inflação para 2021 foi reduzida para 3,75% com tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. As metas de inflação para 2019 e 2020 foram mantidas, respectivamente, em 4,25% e 4%, também com intervalo de tolerância de 1,5 ponto para cima ou para baixo.
Com o objetivo do Banco Central de manter a inflação em patamares baixos, os títulos prefixados do Tesouro Direto ganham mais atratividade? O professor do InfoMoney, Alan Ghani, esclarece essa dúvida no programa “Tesouro Direto com Ganhos Turbinados” (confira no player acima).
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