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Tesouro Direto: taxas dos títulos públicos ficam sem direção nesta tarde

Durante os negócios nesta quarta-feira, o Ibovespa atingiu os 110 mil pontos pela primeira vez na história

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(Shutterstock)

SÃO PAULO – As taxas oferecidas pelos títulos públicos negociados no Tesouro Direto, programa que possibilita a compra e venda de papéis por investidores pessoas físicas por meio da internet, não têm movimento definido na tarde desta quarta-feira (4).

Durante o dia, o Ibovespa, principal índice de ações do país, atingiu os 110 mil pontos pela primeira vez na história. Segundo a Bloomberg, os EUA e a China estão chegando mais perto de um acerto em relação a tarifas, o que aumentou a apetite dos investidores a risco.

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No Tesouro Direto, os títulos atrelados ao Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) com vencimentos em 2035 e 2045 pagavam um prêmio anual de 2,35%, ante 2,34% na abertura.

Já nos papéis com prazo em 2024, a rentabilidade oferecida caía de 2,34% para 2,31% ao ano. O investidor podia aplicar uma quantia mínima de R$ 58,42 (recebendo uma rentabilidade proporcional à aplicação) para investir no papel, ou adquirir o título integralmente por R$ 2.921,29.

Confira, a seguir, os preços e as taxas dos títulos disponíveis no Tesouro Direto:

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Baixo risco, liquidez e acessibilidade

O Tesouro Direto é considerado a opção de investimento com o menor risco no Brasil e com ampla acessibilidade, dado o investimento mínimo a partir de R$ 30. Outra vantagem do programa diz respeito à liquidez, com a possibilidade de recompra diária dos títulos públicos pelo Tesouro.

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O investidor pode aplicar em títulos públicos diretamente pelo site do Tesouro, se cadastrando primeiro no portal e abrindo uma conta em uma corretora, como a Rico Investimentos, por exemplo, para intermediar as transações. Atualmente, a maior parte das instituições financeiras habilitadas a operar no programa não cobra taxa de administração.

O único custo obrigatório que recai sobre o investimento em títulos públicos pelo Tesouro Direto corresponde à taxa de custódia, de 0,25% ao ano sobre o valor dos títulos, cobrada semestralmente no início dos meses de janeiro e de julho.

Entenda tudo sobre Tesouro Direto neste guia completo:

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