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SÃO PAULO – Levantamento divulgado na última sexta-feira (23) aponta que, em setembro, os pequenos investidores, representados pelas aplicações de até R$ 5 mil, responderam por 61,74% do volume aplicado no Tesouro Direto, uma pequena alta em relação a agosto, quando a representatividade era de 63,85%
No mês passado, o percentual mais alto foi o das aplicações de até R$ 1 mil, que totalizaram 25,3%. Em seguida, aparecem as aplicações de R$ 10 mil a R$ 50 mil, que responderam por 18,6%.
Na faixa de R$ 1 mil a R$ 2 mil, a participação chegou a 15,4% em setembro; enquanto a de R$ 5 mil a R$ 10 mil atingiu 14%; a de R$ 2 mil a R$ 3 mil, 8,5%; de R$ 3 mil a R$ 4 mil, 6,9%; e de R$ 4 mil a R$ 5 mil, 5,7%.
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Total
Levando em consideração todos os investidores, em setembro o montante financeiro vendido foi de R$ 94,16 milhões, valor 1,82% inferior ao observado no mês anterior e 17,91% menor do que o valor vendido no mesmo mês de 2008.
O Programa Tesouro Direto possibilita a aquisição de títulos públicos pelas pessoas físicas por meio da internet. Foi lançado em 7 de janeiro de 2002 para democratizar o acesso para investimentos em títulos federais, incentivar a formação de poupança de longo prazo e facilitar o acesso às informações sobre a administração e a estrutura da dívida pública federal brasileira.
Com 2.251 novos investidores cadastrados em setembro, o número total de participantes do Tesouro Direto encerrou o mês em 166.919. O valor médio por operação, no nono mês do ano, foi de R$ 13.753.
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Opção
A compra de títulos do Tesouro Direto pode representar uma alternativa bastante atrativa para quem atualmente investe em fundos de renda fixa, já que o perfil de risco é muito similar e, em muitos casos, os custos envolvidos podem ser bem menores.
A diferença nos custos, por sua vez, afeta diretamente a rentabilidade final, pois custos menores podem significar um retorno melhor para o investidor.