Tesouro Direto

Taxas de títulos atrelados à inflação sobem, mas de prefixados recuam

Tesouro realizou leilão hoje de papéis prefixados com vencimentos em abril de 2020, outubro de 2021 e julho de 2023, bem como NTN-Fs e uma LFT

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SÃO PAULO – As taxas oferecidas pelos títulos públicos negociados no Tesouro Direto, programa que possibilita a compra e venda de papéis por investidores pessoas físicas por meio da internet, não apresentam direção definida na tarde desta quinta-feira (14).

Hoje houve leilão do Tesouro Nacional, com ofertas de Letras do Tesouro Nacional (LTN) para os vencimentos de abril de 2020, outubro de 2021 e julho de 2023, bem como Notas do Tesouro Nacional – Série F (NTN-F) para janeiro de 2025 e 2029, além de Letras Financeiras do Tesouro (LFT) com prazo em março de 2026.

Considerado uma prévia do PIB, o Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) teve alta de 0,44% em setembro na comparação com agosto. O resultado ficou acima do esperado pelos economistas consultados pela Bloomberg, de 0,30%.

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No Tesouro Direto, o título atrelado à inflação com vencimento em 2024 pagava uma taxa de 2,24% ao ano, ante 2,21% a.a. na abertura. O investidor podia aplicar uma quantia mínima de R$ 58,40 (recebendo uma rentabilidade proporcional à aplicação) para investir no papel, ou adquirir o título integralmente por R$ 2.920,30. Já nos papéis com vencimentos em 2035 e 2045, a taxa avançava de 3,17% para 3,19% ao ano.

Entre os títulos com rentabilidade prefixada, o Tesouro Prefixado 2025 oferecia um prêmio de 6,28% ao ano, ante 6,30% a.a. na abertura.

Confira, a seguir, os preços e as taxas dos títulos disponíveis no Tesouro Direto:

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Baixo risco, liquidez e acessibilidade

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O Tesouro Direto é considerado a opção de investimento com o menor risco no Brasil e com ampla acessibilidade, dado o investimento mínimo a partir de R$ 30. Outra vantagem do programa diz respeito à liquidez, com a possibilidade de recompra diária dos títulos públicos pelo Tesouro.

O investidor pode aplicar em títulos públicos diretamente pelo site do Tesouro, se cadastrando primeiro no portal e abrindo uma conta em uma corretora, como a Rico Investimentos, por exemplo, para intermediar as transações. Atualmente, a maior parte das instituições financeiras habilitadas a operar no programa não cobra taxa de administração.

O único custo obrigatório que recai sobre o investimento em títulos públicos pelo Tesouro Direto corresponde à taxa de custódia, de 0,25% ao ano sobre o valor dos títulos, cobrada semestralmente no início dos meses de janeiro e de julho.

Entenda tudo sobre Tesouro Direto neste guia completo;

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