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Selic a 14,25%: veja três fundos de renda fixa para investir já

Relatório da XP aponta juros ainda elevados e maior seletividade após decisão do Copom

MoneyLab

Após o corte de 0,25 ponto percentual na taxa Selic – agora a 14,25% ao ano – decidido pelo Copom na quarta-feira (17), o cenário para os fundos de renda fixa volta ao centro das atenções dos investidores. Mesmo com o início de um ciclo de flexibilização monetária, o ambiente ainda é marcado por juros elevados e incertezas relevantes, especialmente ligadas à inflação e ao cenário externo.

A decisão do Banco Central ocorre em um contexto de pressões inflacionárias persistentes, tanto no Brasil quanto no exterior, o que tem levado o mercado a revisar expectativas para a trajetória dos juros. Apesar do movimento de queda, a taxa básica segue em patamar restritivo, sustentando o interesse por estratégias de renda fixa.

Nesse ambiente, os fundos de renda fixa passam por um processo de adaptação, com gestores ajustando suas estratégias diante de uma curva de juros mais volátil e de um cenário macroeconômico mais desafiador.

A seguir, entenda melhor como funciona esse tipo de investimento, suas características, vantagens, riscos e opções disponíveis no mercado.

Opções de fundos de renda fixa para investir

Trend Inflação Curta FIRF LP RL

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XP Corporate Light FIRF CP LP

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BNP Paribas Infra FIF RF Sustentável IS RL

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Renda fixa segue atrativa, mas com maior seletividade, diz XP

De acordo com relatório mensal de alocação da XP, o cenário atual combina juros ainda elevados com aumento das incertezas inflacionárias, o que mantém a renda fixa como uma classe relevante nas carteiras, mas exige maior cautela na alocação.

Os analistas destacam que os ativos pós-fixados continuam desempenhando um papel defensivo, beneficiados pelo nível elevado da Selic e pela expectativa de cortes mais graduais à frente. Esse tipo de exposição tende a preservar atratividade ao oferecer carrego elevado com menor volatilidade, especialmente em um momento de maior aversão a risco.

Por outro lado, os ativos atrelados à inflação seguem relevantes como instrumento de proteção, embora o ambiente de inflação persistente e juros elevados exija uma abordagem mais equilibrada entre retorno e risco.

Já a renda fixa prefixada apresenta maior sensibilidade às mudanças nas expectativas de política monetária. Ainda assim, segundo a XP, os níveis atuais de taxa já incorporam boa parte dos riscos, mantendo os prêmios atrativos em horizontes de médio prazo, apesar da necessidade de cautela.

Fundos de investimento: como funcionam?

Ao investir em um fundo, o investidor adquire cotas que representam uma fração do patrimônio total. A valorização dessas cotas depende do desempenho dos ativos que compõem a carteira.

A gestão do fundo é realizada pelos gestores, que tomam decisões de investimento com base na política e nos objetivos estabelecidos no regulamento do fundo.

Os fundos estão sujeitos a riscos, que podem variar conforme o tipo de ativo investido. Antes de investir, é importante conhecer o perfil de risco do fundo e consultar materiais técnicos, como o regulamento e o prospecto, disponíveis nos canais oficiais.

Quais são as vantagens em investir em fundos?

Os fundos de investimento são atrativos por diversos motivos:

Leia também: IPCA vai acelerar? veja cinco investimentos para se proteger da inflação

Quais são os riscos?

Investidores, porém, devem estar atentos aos riscos associados, tais como:

Custos e tributação

Além disso, os fundos possuem taxas que impactam os rendimentos:

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