MERCADOS AO VIVO Volume de serviços teve alta de 3,7% em fevereiro ante janeiro, mostra IBGE, muito acima do esperado pelo mercado

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SEGURO E PREVIDÊNCIA

Seguro de vida 2 em 1 também funciona como investimento

O Bién Vivir, da Mapfre Previdência, é um seguro que possibilita resgate de parte do valor aplicado ainda em vida e com garantia de rentabilidade

Senior couple embracing on beach, rear view

SÃO PAULO – Fazer um seguro de vida é uma das principais formas de garantir a segurança financeira da família. Para quem tem filhos pequenos ou outras pessoas que dependem unicamente (ou principalmente) da sua renda, é a garantia de que, por pelo menos algum tempo, estas pessoas terão maior tranquilidade para se reestruturarem financeiramente após a perda.

Ao mesmo tempo, uma das características dos seguros é que você paga pelo risco (neste caso, de morrer) e, se cancelar a apólice ou não precisar da cobertura, o valor pago não retorna para o seu bolso. Mas já há produtos diferentes no mercado.

O Bién Vivir, da Mapfre Previdência, é um seguro que possibilita o resgate de parte do valor ainda em vida, com garantia de rentabilidade. O grande diferencial é que, enquanto o seguro estiver vigente, uma parcela do dinheiro será aplicada em um fundo de investimentos administrado pela Mapfre Investimentos (gestora de recursos da holding). Na prática, é um seguro de vida e uma previdência privada em um único produto, mas com reservas separadas – por conta dos tratamentos tributários e contábeis diferenciados para cada um.

Caso o cliente opte por cancelar o produto, ele receberá a parte destinada à sobrevivência, que pode variar de 1% a 20% do valor total pago, ao seu critério (existe uma carência de dois anos para o resgate), com uma garantia mínima de rentabilidade: IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), que mede a inflação oficial do país, mais 3% ao ano.

A partir do segundo ano de vigência da apólice, o cliente pode receber um excedente financeiro sobre esta rentabilidade. Funciona da seguinte forma: a parte destinada à sobrevivência é investida em um dos fundos de previdência da empresa, o Mapfe Hedge FI Renda Fixa Prev. O gestor deste fundo pode conseguir uma rentabilidade maior do que IPCA mais 3% ao ano e é aí que entra o excedente. A partir do vigésimo quinto mês, aquilo que ultrapassar a rentabilidade mínima proposta pelo Bién Vivir (IPCA + 3%) também começa a ser pago ao cliente, de forma progressiva – 50% do excedente financeiro é repassado à reserva acumulada a partir do segundo ano.

“Esse percentual aumenta progressivamente, chegando a 100% após o 10° ano da apólice”, explica a diretora de Previdência e Vida Resgatável da Mapfre, Maristela Gorayb.

Análise do perfil de risco do cliente
O “seguro-previdência” da Mapfre tem uma característica diferente dos demais planos: a análise criteriosa de saúde e de riscos do futuro segurado. “Ele não vai apenas declarar que possui ou não possui determinada doença, como em outros seguros. É preciso fazer exame clínico, laboratorial, passar por uma entrevista de um especialista em analise médica. Ou seja, é feito um check-up completo para fazer toda estimativa de doenças que ele teve, tem e que pode ter”, afirma a executiva.

Com isso, a seguradora procura garantir que o cliente pague realmente pelo risco de vida que aquele produto está cobrindo. “Na maioria dos casos, o cliente faz uma declaração de saúde e está aprovado o seu seguro. Com isso, o risco de outros segurados acaba sendo incluso no preço daqueles que têm um risco menor, por não haver uma seleção criteriosa. O Bién Vivir não funciona dsse jeito. Queremos conhecer cada risco”, diz o vice- Presidente de Previdência, Vida Resgatável e Saúde da Mapfre, Eduardo Freitas.

O valor a ser pago pelo cliente, portanto, dependerá de uma série de fatores que incluem estado de saúde, idade atual, profissão, atividades de risco desenvolvidas e outros critérios de análise. A cobertura começa em R$ 500 mil e atinge o limite máximo de R$ 9,250 milhões. “À medida que a idade e o risco de doenças aumentam, o valor pago pode ser maior. Também vai depender do valor que o segurado escolheu para a cobertura”, conclui Freitas.

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