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Tem R$ 2 mil na conta? Veja a melhor aplicação para esse dinheiro

Aplicação é mais segura que a poupança e bastante rentável

SÃO PAULO – R$ 2 mil é uma boa quantidade de dinheiro. Com ela, já é possível comprar um celular de ponta, fazer uma viagem curta ou ainda dar uma boa festa. No entanto, essa também pode ser uma quantidade de dinheiro suficiente para fazer bons investimentos. O InfoMoney conversou com especialistas para ver qual é a melhor opção de investimento para essa quantia.

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Tanto Tales Jost, da Personal Investimentos, quanto Eduardo Lima, da Montenegro Investimentos, destacaram que o investimento mais adequado para esse montante é o Tesouro Direto, programa de compra e venda de títulos públicos do governo federal.

Uma das principais vantagens do Tesouro Direto é a alta rentabilidade dos títulos que oferece, bem superior à poupança. Outro ponto positivo, de acordo com Tales, é a variedade de títulos. “Se o investidor quer se proteger da inflação, pode escolher o Tesouro IPCA+, que rende a inflação mais juros reais. Se acha que os juros vão continuar altos, pode aplicar no Tesouro Selic, que segue a taxa básica de juros, ou ainda pode aplicar no Tesouro Prefixado, que tem uma taxa determinada na hora da compra”, relata o especialista.

Além disso, o Tesouro Direto é, em tese, o investimento mais seguro do país, uma vez que é garantido pelo governo federal, que é o melhor credor que existe no Brasil. O único ponto que o investidor precisa ficar atento é com o prazo de seus títulos, se ele quiser sair do investimento antes de seu vencimento, está sujeito a variações de mercado e pode acabar levanto até prejuízo.

Eduardo Lima, além de recomendar o Tesouro Direto, também sugere como outra opção de investimento para quem tem R$ 2 mil disponíveis a aplicação em fundos DI. Esses fundos seguem, basicamente, a variação da taxa básica de juros e, atualmente, também estão com rentabilidade bastante superior à poupança. Porém, ao aplicar em um fundo desse tipo, é preciso estar atento à taxa de administração cobrada pela instituição financeira. O especialista recomenda a compra de fundos com taxa inferior a 0,5%.

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