Conteúdo Patrocinado

Renda fixa hoje: saiba quais são as taxas de CDB, LCI e LCA nesta sexta (30) na XP

Confira taxas de investimentos prefixados, pós-fixados e híbridos em renda fixa

MoneyLab

O mercado de emissão bancária, dentro da plataforma da XP, oferece nesta sexta-feira (30), CDBs com taxas prefixadas de até 13,580% ao ano com vencimento em 12 meses, enquanto títulos de inflação estão pagando até IPCA+8,650% em mais de 1 ano e os pós-fixados até 105% do CDI em 12 meses.

LCAs contam com taxas prefixadas de até 12,000% para vencimento em mais de 12 meses, enquanto as atreladas à inflação pagam até IPCA+7,200% em 1 ano e as pós-fixadas pagam até 86,5% do CDI em 12 meses.

LCIs pós-fixadas pagam até 100% do CDI em mais de 12 meses.

Renda Fixa Hoje: confira algumas opções de investimento em renda fixa bancária oferecidas pela XP

CDB PICPAY
Taxa: 104,75% do CDI
Vencimento: janeiro/2028
Saiba mais e invista

LCI ORIGINAL
Taxa: 90% do CDI
Vencimento: janeiro/2029
Saiba mais e invista

CDB BANCO C6
Taxa: 102,5% do CDI
Vencimento: janeiro/2032
Saiba mais e invista

QUER INVESTIR EM CDBs, LCIs e LCAs? ACESSE A CONTA NA XP E CONFIRA AQUI UMA LISTA COMPLETA COM MAIS 1 MIL OPÇÕES DE ATIVOS

*As ofertas na plataforma da XP são limitadas à capacidade disponível do produto nesta sexta-feira (30)

Não tem conta na XP? Cadastre-se aqui

Cenário Renda Fixa da XP

Os juros futuros fecharam em queda nesta quinta-feira (29), com movimento mais intenso nos vencimentos curtos, após o Banco Central sinalizar de forma explícita o início do ciclo de cortes da Selic em março. A comunicação do Copom levou o mercado a reforçar as apostas em uma redução de 50 pontos-base, o que pressionou a parte curta da curva, enquanto os prazos longos tiveram comportamento mais contido.

No fim da tarde, o DI para janeiro de 2028 recuava para 12,695%, queda de 9 pontos-base em relação ao ajuste anterior. Já o DI para janeiro de 2035 caiu 3 pontos-base, para 13,31%, refletindo a menor sensibilidade da ponta longa diante do cenário externo mais volátil ao longo do dia.

O principal gatilho foi o comunicado do Copom, que manteve a Selic em 15% ao ano, mas afirmou que, caso o cenário esperado se confirme, pretende iniciar a flexibilização da política monetária na próxima reunião. Após a decisão, a curva passou a precificar 82% de probabilidade de corte de 50 pontos-base em março, contra 18% de chance de redução de 25 pontos-base — uma mudança relevante frente ao dia anterior.

Ao longo da sessão, porém, o movimento perdeu força temporariamente. Entre o fim da manhã e o início da tarde, o mau humor vindo de Wall Street, após resultados fracos de empresas de tecnologia, provocou alta do dólar, queda do Ibovespa e pressão momentânea sobre os juros longos, enquanto as taxas curtas reduziram as perdas.

Mais tarde, houve acomodação, com os juros curtos retomando quedas mais firmes e os longos voltando a se aproximar da estabilidade. No exterior, os rendimentos dos Treasuries recuaram, após o Fed manter os juros entre 3,50% e 3,75%. Às 16h44, o Treasury de dez anos caía 3 pontos-base, para 4,223%, o que ajudou a limitar a pressão sobre a curva brasileira.

No noticiário doméstico, dados fiscais e do mercado de trabalho tiveram impacto limitado sobre os preços. O Tesouro informou que o governo central cumpriu a meta de déficit primário zero em 2025, dentro da margem de tolerância, enquanto o Caged mostrou fechamento de vagas acima do esperado em dezembro, reforçando a leitura de desaceleração econômica — pano de fundo que sustenta as apostas em cortes mais agressivos da Selic nos próximos meses.

Trata-se de um conteúdo patrocinado. O InfoMoney não possui qualquer responsabilidade quanto a oferta e a comercialização dos produtos divulgados neste material. 

MoneyLab

MoneyLab é o laboratório de conteúdo de marcas do InfoMoney. Publicidade com criatividade e performance a favor de grandes ideias. Publicamos conteúdos patrocinados para clientes e parceiros.