O mercado de emissão bancária, dentro da plataforma da XP, oferece nesta quarta-feira (29), CDBs com taxas prefixadas de até 14,200% ao ano com vencimento em 12 meses, enquanto títulos de inflação estão pagando até IPCA+8,800% em mais de 12 meses e os pós-fixados até 105,5% do CDI em 1 ano.
LCAs contam com taxas prefixadas de até 12,350% para vencimento em 12 meses, os títulos de inflação contam com rentabilidade de IPCA até +6,170% em mais de 1 ano e pós-fixados de até 86% do CDI.
As LCIs atreladas à inflação pagam até IPCA+ 6,800% e as pós-fixadas pagam até 93% do CDI após 1 ano.
Renda Fixa Hoje: confira algumas opções de investimento em renda fixa bancária oferecidas pela XP
LCD BNDES
Taxa: 91% do CDI
Vencimento: dezembro/2029
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LCA BDMG
Taxa: 94% do CDI
Vencimento: outubro/2028
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CDB NBC BANK
Taxa: 102% do CDI
Vencimento: outubro/2032
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*As ofertas na plataforma da XP são limitadas à capacidade disponível do produto nesta quarta-feira (29)
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Cenário Renda Fixa da XP
Os juros futuros encerraram a terça-feira (28) em alta, com investidores ajustando posições após uma sequência de quedas recentes na curva e à espera da decisão de política monetária do Federal Reserve (Fed), marcada para esta quarta-feira. O movimento ocorreu mesmo com a queda dos rendimentos dos Treasuries no exterior, em um dia de realinhamento técnico no mercado doméstico.
No fechamento, a taxa do DI para janeiro de 2028 subiu 5 pontos-base, a 13,13%, enquanto o DI para janeiro de 2035 avançou 7 pontos-base, a 13,54%. A alta foi moderada, mas marcou uma correção após cinco quedas nas últimas sete sessões, influenciadas anteriormente por dados de inflação abaixo do esperado no Brasil e nos EUA, recuo do dólar ante o real e o corte no preço da gasolina pela Petrobras.
De acordo com profissionais do mercado, o movimento desta terça foi um ajuste técnico, com investidores buscando novos níveis de acomodação após as quedas recentes. Apesar da alta, as taxas oscilaram em margens estreitas, refletindo a cautela do mercado antes da decisão do Fed.
Nos Estados Unidos, as apostas indicam quase 100% de probabilidade de um corte de 25 pontos-base na taxa básica de juros, atualmente na faixa entre 4,00% e 4,25%. O mercado também precifica outro corte em dezembro e mantém divididas as projeções para janeiro — cerca de 48% esperam nova redução, enquanto 47% apostam em manutenção.
No Brasil, o resultado da reunião do Fed será observado de perto, pois pode influenciar as apostas sobre o início do ciclo de cortes da Selic. Hoje em 15% ao ano, a taxa básica tem 97% de chance de ser mantida na reunião do Copom na próxima semana, mas parte do mercado já vê possibilidade de início da flexibilização em janeiro, e não apenas em março, como se cogitava antes.
Durante o dia, declarações do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, sobre o impacto fiscal da isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil não afetaram a curva. Ele afirmou que eventuais perdas de arrecadação, estimadas entre R$ 1 bilhão e R$ 4 bilhões, são “facilmente ajustáveis”. No exterior, o rendimento do Treasury de 10 anos caía 2 pontos-base, a 3,98%, em meio à expectativa por uma reunião entre Donald Trump e Xi Jinping nesta quinta-feira, que pode amenizar tensões comerciais entre EUA e China.
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