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Renda Fixa Hoje: taxas de CDBs, LCIs e LCAs na XP com avanço de 1,1% do PIB do Brasil

Veja as taxas de investimentos prefixados, pós-fixados e híbridos em renda fixa

MoneyLab

O mercado de emissão bancária, dentro da plataforma da XP, oferece nesta sexta-feira (29), CDBs com taxas prefixadas de até 14,270% ao ano com vencimento em 12 meses, enquanto títulos de inflação estão pagando até IPCA+ 8,050% em 1 ano e os pós-fixados até 107% do CDI em mais de 12 meses.

LCAs contam com taxas prefixadas de até 12,020% em mais de 1 ano, enquanto as atreladas à inflação pagam até IPCA+5,560% em mais de 12 meses e as pós-fixadas pagam até 86% do CDI em mais de 1 ano.

LCIs contam com taxas atreladas à inflação de até IPCA+6,100% em 12 meses e as pós-fixadas pagam até 85% do CDI com vencimento em 1 ano.

Renda Fixa Hoje: confira algumas opções de investimento em renda fixa bancária oferecidas pela XP

CDB BMG
Taxa: 100% do CDI
Vencimento: janeiro/2027
Saiba mais e invista

CDB BANCO XP S.A.
Taxa: 102% do CDI
Vencimento: maio/2028
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LCA SICOOB
Taxa: 92% do CDI
Vencimento: abril/2033
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*As ofertas na plataforma da XP são limitadas à capacidade disponível do produto nesta sexta-feira (29)

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Leia também: PIB do Brasil sobe 1,1% no primeiro trimestre de 2026 e chega a R$ 3,3 trilhões

Cenário Renda Fixa da XP

As taxas dos DIs fecharam a quinta-feira (28) próximas da estabilidade, em uma sessão volátil marcada por idas e vindas no noticiário sobre um possível acordo entre Estados Unidos e Irã e por dados domésticos mais fracos.

Pela manhã, os juros chegaram a sustentar leve alta, refletindo cautela dos investidores diante do cenário externo e de indicadores no Brasil e nos EUA. No entanto, o quadro mudou com notícias de um possível memorando para estender o cessar-fogo por 60 dias, o que provocou queda do petróleo e dos rendimentos dos Treasuries, pressionando a curva para baixo.

O movimento de baixa ganhou força após a divulgação do Caged, que mostrou criação de empregos bem abaixo do esperado em abril, reforçando a percepção de desaceleração econômica doméstica. A reação foi mais evidente na ponta curta da curva, mais sensível à atividade e à política monetária, com os contratos chegando a renovar mínimas intradiárias.

Na ponta longa, o alívio também foi observado ao longo do dia, acompanhando o recuo das taxas no exterior e a redução dos prêmios de risco globais, embora de forma mais contida.

No entanto, as taxas voltaram a se aproximar da estabilidade na reta final do pregão, após o desmentido de autoridades iranianas sobre a existência de um acordo formal com os EUA, o que reintroduziu incerteza no cenário geopolítico.

Assim, o fechamento refletiu um ajuste marginal ao longo da curva, com a ponta curta levemente em queda e a longa com discreta alta, em um ambiente ainda marcado por dúvidas sobre a trajetória da inflação e o espaço para novos cortes da Selic.

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