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Renda Fixa Hoje: confira as taxas de CDBs, LCIs e LCAs na XP em dia de Copom

Veja as taxas de investimentos prefixados, pós-fixados e híbridos em renda fixa

MoneyLab

Ativos mencionados na matéria

O mercado de emissão bancária, dentro da plataforma da XP, oferece nesta quarta-feira (29), CDBs com taxas prefixadas de até 14,450% ao ano com vencimento em mais de 12 meses, enquanto títulos de inflação estão pagando até IPCA+ 8,400% em 1 ano e os pós-fixados até 109% do CDI em mais de 12 meses.

LCAs contam com taxas prefixadas de até 12,190% em mais de 1 ano, enquanto as atreladas à inflação pagam até IPCA+5,560% em 12 meses e as pós-fixadas pagam até 85,5% do CDI em 1 ano.

LCIs ligadas à inflação pagam até IPCA+6,770% em mais de 12 meses, enquanto as pós-fixadas pagam até 85% do CDI em mais de 1 ano.

Renda Fixa Hoje: confira algumas opções de investimento em renda fixa bancária oferecidas pela XP

CDB BMG
Taxa: IPCA+ 8,160%
Vencimento: outubro/2029
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CDB BANCO C6
Taxa: 103% do CDI
Vencimento: abril/2032
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LCA SICOOB
Taxa: 92% do CDI
Vencimento: março/2033
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*As ofertas na plataforma da XP são limitadas à capacidade disponível do produto nesta quarta-feira (29)

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Cenário Renda Fixa da XP

Às vésperas da decisão de juros no Brasil, do Comitê de Política Monetária (Copom), os juros futuros encerraram a terça-feira (28) próximos da estabilidade, após iniciarem o dia em alta, em uma sessão marcada por pressões externas e leitura de inflação doméstica. O movimento refletiu a combinação de fatores globais adversos e a cautela dos investidores antes das decisões de juros no Brasil e nos Estados Unidos.

Na ponta curta, as taxas chegaram a subir pela manhã, influenciadas pelo IPCA-15 de abril, que acelerou na margem, ainda que tenha vindo abaixo das expectativas. O dado reforçou a percepção de inflação ainda pressionada, mas sem surpresa suficiente para alterar de forma significativa o cenário de política monetária, levando à acomodação posterior.

Além disso, o ambiente externo pesou desde o início da sessão. A escalada das tensões no Oriente Médio e a falta de avanço nas negociações elevaram os preços do petróleo, o que tende a aumentar os riscos inflacionários e impactar as expectativas de juros.

Na ponta longa, o comportamento acompanhou o exterior. Os rendimentos dos Treasuries avançaram, pressionados pelo cenário geopolítico e pela alta do petróleo, o que sustentou a abertura das taxas brasileiras ao longo do dia, antes da estabilização no período da tarde.

Com a ausência de novos catalisadores ao longo da sessão, a curva perdeu força e passou a oscilar próxima da estabilidade. O mercado também entrou em compasso de espera antes das decisões do Banco Central e do Federal Reserve, o que limitou movimentos mais intensos.

Assim, o comportamento dos DIs refletiu uma dinâmica equilibrada: a ponta curta reagiu ao dado de inflação e às expectativas para a Selic, enquanto a ponta longa acompanhou o cenário externo, com influência dos Treasuries e dos preços do petróleo, mas ambas acabaram se acomodando ao longo do dia.

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