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Renda fixa hoje: veja as taxas de CDBs, LCIs e LCAs nesta quinta (27) na XP

Confira taxas de investimentos prefixados, pós-fixados e híbridos em renda fixa

MoneyLab

O mercado de emissão bancária, dentro da plataforma da XP, oferece nesta quinta-feira (27), CDBs com taxas prefixadas de até 14,500% ao ano com vencimento em 12 meses, enquanto títulos de inflação estão pagando até IPCA+9,400% em 1 ano e os pós-fixados até 108% do CDI em 12 meses.

LCAs contam com taxas prefixadas de até 11,590% para vencimento em 12 meses, enquanto as atreladas à inflação pagam até IPCA+ 6,240% em mais de 1 ano e os pós-fixados pagam até 90% do CDI em 1 ano.

As LCIs atreladas à inflação estão pagando até IPCA+ 6,800% em mais de 12 meses e as pós-fixadas pagam até 90% do CDI em 1 ano.

Renda Fixa Hoje: confira algumas opções de investimento em renda fixa bancária oferecidas pela XP

CDB PAULISTA
Taxa: 112% do CDI
Vencimento: novembro/2028
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CDB PINE
Taxa: 107,5% do CDI
Vencimento: maio/2029
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LCD BNDES
Taxa: 91,5% do CDI
Vencimento: dezembro/2029
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*As ofertas na plataforma da XP são limitadas à capacidade disponível do produto nesta quinta-feira (27)

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Cenário Renda Fixa da XP

As taxas dos DIs fecharam a quarta-feira (26) em direções distintas: enquanto a curva curta ficou praticamente estável, a ponta longa recuou de forma mais acentuada. O movimento refletiu a leitura do mercado sobre o IPCA-15 de novembro, que mostrou pressão em serviços, mas trouxe elementos considerados benignos, além de declarações do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, que ajudaram a reduzir ruídos políticos.

Na curva curta, o DI para janeiro de 2028 encerrou a sessão em 12,755%, praticamente estável após leve variação de 1 ponto-base. Já na ponta longa, mais sensível ao cenário fiscal e ao humor externo, o DI para janeiro de 2035 caiu 9 pontos-base, para 13,265%, com as mínimas sendo renovadas após a fala de Haddad.

O mercado reagiu inicialmente ao IPCA-15, que subiu 0,20% em novembro, ligeiramente acima da projeção de 0,18%. A abertura dos dados mostrou aceleração de serviços, com alta de 0,66%, além de avanço dos serviços subjacentes e intensivos em mão de obra. Por outro lado, houve deflação de bens industriais e uma leitura considerada “benigna” por casas como ASA e Daycoval, que destacaram a desaceleração da inflação de serviços na média móvel e uma nova surpresa baixista em alimentos.

A percepção predominante foi de que a prévia da inflação não frustra as apostas de corte da Selic em janeiro, mantendo o viés estrutural de queda para a curva, especialmente nos vencimentos mais longos. O ambiente doméstico também favoreceu o recuo dos juros futuros, com alta do Ibovespa e queda do dólar, reforçando o apetite a risco.

Ao longo da tarde, declarações de Fernando Haddad ajudaram a aliviar tensões entre governo e Congresso. O ministro minimizou a possibilidade de desgaste político e reforçou que novas despesas precisam vir acompanhadas de fontes de financiamento, em linha com decisão do STF — fala que contribuiu para a continuidade da queda nos DIs longos.

No exterior, as apostas de que o Federal Reserve cortará juros em dezembro permaneceram majoritárias, embora os Treasuries tenham oscilado ao longo do dia. Próximo ao fim da sessão, o rendimento do T-note de 10 anos estava estável, em 4%, enquanto o título de 2 anos subia a 3,483%. No Brasil, o noticiário incluiu ainda recuo de 1,1% nas concessões de crédito em outubro e superávit de R$ 36,5 bilhões do governo central no mês — indicadores que não alteraram o direcionamento principal da curva.

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