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Renda fixa hoje: veja as taxas de CDBs, LCIs e LCAs nesta terça (27) na XP

Confira taxas de investimentos prefixados, pós-fixados e híbridos em renda fixa

MoneyLab

O mercado de emissão bancária, dentro da plataforma da XP, oferece nesta terça-feira (27), CDBs com taxas prefixadas de até 13,980% ao ano com vencimento em 12 meses, enquanto títulos de inflação estão pagando até IPCA+8,720% em 1 ano e os pós-fixados até 105% do CDI em 12 meses.

LCAs contam com taxas prefixadas de até 11,300% para vencimento em 12 meses, enquanto as atreladas à inflação estão pagando até IPCA+6,030% em 1 ano e as pós-fixadas pagam até 86,6% do CDI em 12 meses.

LCIs pós-fixadas pagam até 79,5% do CDI em mais de 12 meses.

Renda Fixa Hoje: confira algumas opções de investimento em renda fixa bancária oferecidas pela XP

CDB PICPAY
Taxa: 104,25% do CDI
Vencimento: janeiro/2028
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CDB BANCO C6
Taxa: 101,5% do CDI
Vencimento: janeiro/2028
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LCI ORIGINAL
Taxa: 90% do CDI
Vencimento: janeiro/2029
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*As ofertas na plataforma da XP são limitadas à capacidade disponível do produto nesta terça-feira (27)

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Cenário Renda Fixa da XP

Os juros futuros recuaram pelo quarto pregão consecutivo nesta segunda-feira (26), sustentados pelo enfraquecimento global do dólar, pelo fechamento da curva dos Treasuries e pela expectativa em torno das decisões de política monetária do Banco Central e do Federal Reserve, previstas para esta quarta-feira.

O movimento foi liderado novamente pela ponta longa da curva, enquanto os vencimentos curtos mostraram queda limitada. A leitura predominante do mercado é de que o Copom deve manter a Selic em 15%, o que reduziu o espaço para ajustes mais intensos no curto prazo da curva.

No encerramento, o DI para janeiro de 2027 caiu para 13,68%, ante 13,696% no ajuste anterior. Entre os contratos mais longos, o DI para janeiro de 2029 recuou para 12,98% (de 13,032%) e o DI para janeiro de 2031 cedeu para 13,295%, vindo de 13,356%, refletindo a maior sensibilidade desse trecho ao cenário externo.

No exterior, os rendimentos dos Treasuries recuaram e houve perda de inclinação da curva americana, o que deu suporte adicional aos ativos locais. Por volta do fim da tarde, a T-Note de dois anos rendia 3,592%, a de dez anos caía para 4,215% e o T-Bond de 30 anos recuava a 4,806%.

O ambiente também foi favorecido pela queda do dólar frente ao real, que encerrou o dia em R$ 5,2797, após tocar a mínima intradiária desde junho de 2024, em R$ 5,26. Na última semana, a moeda norte-americana acumulou desvalorização de 1,6%, reforçando o alívio sobre a curva de juros doméstica.

No noticiário interno, a decisão da Petrobras de reduzir o preço da gasolina em R$ 0,14 por litro (-5,2%) levou a revisões baixistas para o IPCA de 2026, o que ajudou a sustentar o fechamento das taxas longas. Para o Copom desta semana, a expectativa segue praticamente consensual de manutenção da Selic, mas o mercado monitora eventuais ajustes no comunicado que possam sinalizar com mais clareza um corte de juros em março.

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