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Renda fixa hoje: saiba quanto pagam CDB, LCI e LCA nesta quarta (26) na XP

Confira taxas de investimentos prefixados, pós-fixados e híbridos em renda fixa

MoneyLab

O mercado de emissão bancária, dentro da plataforma da XP, oferece nesta quarta-feira (26), CDBs com taxas prefixadas de até 14,500% ao ano com vencimento em 12 meses, enquanto títulos de inflação estão pagando até IPCA+9,400% em 1 ano e os pós-fixados até 108% do CDI em 12 meses.

LCAs contam com taxas prefixadas de até 11,880% para vencimento em 12 meses, enquanto os pós-fixados pagam até 90% do CDI em 1 ano.

As LCIs atreladas à inflação estão pagando até IPCA+ 6,800% em mais de 12 meses e as pós-fixadas pagam até 94% do CDI em 1 ano.

Renda Fixa Hoje: confira algumas opções de investimento em renda fixa bancária oferecidas pela XP

CDB PAULISTA
Taxa: 112% do CDI
Vencimento: novembro/2028
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CDB PINE
Taxa: 107,5% do CDI
Vencimento: maio/2029
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LCD BNDES
Taxa: 91,5% do CDI
Vencimento: dezembro/2029
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*As ofertas na plataforma da XP são limitadas à capacidade disponível do produto nesta quarta-feira (26)

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Cenário Renda Fixa da XP

As taxas dos DIs fecharam a terça-feira (25) em baixa, influenciadas principalmente pelo recuo dos rendimentos dos Treasuries e pela fala do presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, que reforçou que a instituição persegue a meta central de inflação de 3%, e não o teto da banda. O ambiente externo, marcado por expectativas firmes de corte de juros nos EUA, ajudou a direcionar o movimento no mercado local.

Na curva curta, o ajuste foi mais intenso: o DI para janeiro de 2028 recuou 7 pontos-base, para 12,745%, acompanhando a queda do dólar e a ampliação das apostas de que o Federal Reserve fará um corte de 25 pontos-base em dezembro — cenário que, segundo o CME FedWatch, alcançava 84,7% de probabilidade no fim da tarde. Na mínima do dia, pela manhã, o contrato chegou a 12,750%.

Na ponta longa, o movimento foi mais moderado. O DI para janeiro de 2035 caiu 3 pontos-base, para 13,36%, refletindo a sensibilidade maior desses vencimentos aos juros globais, mas ainda assim anotando um ajuste mais contido que o dos prazos curtos.

Investidores também acompanharam atentamente a audiência de Galípolo no Senado, onde ele afirmou que o BC não pode mirar o teto da banda de inflação de 4,5%, reforçando que “a meta é 3%”. A declaração ajudou a segurar parcialmente o ritmo de queda das taxas pela manhã, mas o viés baixista voltou a ganhar força à tarde, com os mercados já se posicionando para a divulgação do IPCA-15 de novembro, marcada para quarta-feira.

O noticiário político também entrou no radar: a pesquisa CNT/MDA mostrou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva liderando todos os cenários para 2026, em meio à melhora da avaliação do governo — fatores que, embora relevantes, não alteraram de forma significativa o direcionamento da curva.

Perto do fechamento, o mercado seguia precificando quase 100% de probabilidade de manutenção da Selic em 15% na reunião de dezembro. O debate entre os agentes permanece concentrado no momento do primeiro corte. No exterior, o Treasury de dez anos cedia a 4,002%, reforçando o ambiente favorável à queda dos juros futuros brasileiros.

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