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Renda fixa hoje: fique de olho nas taxas de CDB, LCI e LCA desta segunda (26) na XP

Confira taxas de investimentos prefixados, pós-fixados e híbridos em renda fixa

MoneyLab

O mercado de emissão bancária, dentro da plataforma da XP, oferece nesta segunda-feira (26), CDBs com taxas prefixadas de até 14,020% ao ano com vencimento em 12 meses, enquanto títulos de inflação estão pagando até IPCA+8,560% em mais de 1 ano e os pós-fixados até 106% do CDI em mais de 12 meses.

LCAs contam com taxas prefixadas de até 11,500% para vencimento em 12 meses, enquanto as pós-fixadas pagam até 86,6% do CDI em 12 meses.

LCIs pós-fixadas pagam até 79,5% do CDI em mais de 12 meses.

Renda Fixa Hoje: confira algumas opções de investimento em renda fixa bancária oferecidas pela XP

CDB PICPAY
Taxa: 104,25% do CDI
Vencimento: janeiro/2028
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CDB BANCO C6
Taxa: 101,5% do CDI
Vencimento: janeiro/2028
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CDB ORIGINAL
Taxa: 104,5% do CDI
Vencimento: janeiro/2030
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*As ofertas na plataforma da XP são limitadas à capacidade disponível do produto nesta segunda-feira (26)

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Cenário Renda Fixa da XP

As taxas dos juros futuros recuaram nesta sexta-feira (23), com destaque para os vencimentos longos, em um pregão marcado pelo avanço firme da bolsa brasileira e pela continuidade do fluxo de investidores estrangeiros para ativos locais, em um ambiente de menor aversão a risco.

Na curva curta, o movimento foi mais contido. O DI para janeiro de 2028 encerrou o dia em 13,015%, com queda de 1 ponto-base em relação ao ajuste anterior, refletindo a ausência de novos gatilhos domésticos capazes de alterar as apostas para a política monetária no curto prazo.

Já a ponta longa da curva liderou o ajuste. O DI para janeiro de 2035 caiu 6 pontos-base, para 13,595%, após ter tocado a mínima de 13,555% no intradia. No acumulado da semana, o contrato registrou queda de 13 pontos-base, revertendo parte da pressão observada na terça-feira.

Operadores relataram que, na falta de notícias negativas sobre o Brasil, investidores estrangeiros têm adotado a estratégia do chamado “pacote Brasil”, comprando ações e reduzindo posições em taxas longas. O movimento tem sido favorecido pela rotação global de portfólios e pelo alívio das tensões geopolíticas envolvendo a Groenlândia.

O cenário externo também ajudou. Os rendimentos dos Treasuries mostraram acomodação, com o título de dez anos encerrando a tarde estável em 4,251%, o que deu espaço para a continuidade do fechamento de prêmios na curva brasileira.

No noticiário local, investigações envolvendo o Rioprevidência e o Banco Master ficaram no radar, mas sem impacto relevante sobre os preços. O mercado segue precificando a manutenção da Selic em 15% na reunião do Copom da próxima semana, enquanto as apostas para março permanecem divididas, com maior incerteza sobre o início do ciclo de cortes.

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