O mercado de emissão bancária, dentro da plataforma da XP, oferece nesta segunda-feira (25), CDBs com taxas prefixadas de até 14,260% ao ano com vencimento em 12 meses, enquanto títulos de inflação estão pagando até IPCA+ 8,000% em 1 ano e os pós-fixados até 107% do CDI em mais de 12 meses.
LCAs contam com taxas prefixadas de até 11,860% em mais de 1 ano, enquanto as pós-fixadas pagam até 83% do CDI em 1 ano.
LCIs pós-fixadas pagam até 85% do CDI com vencimento em 1 ano.
Renda Fixa Hoje: confira algumas opções de investimento em renda fixa bancária oferecidas pela XP
CDB BMG
Taxa: 100% do CDI
Vencimento: janeiro/2027
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CDB BANCO XP S.A.
Taxa: 102% do CDI
Vencimento: maio/2028
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LCA ORIGINAL
Taxa: 93% do CDI
Vencimento: maio/2029
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*As ofertas na plataforma da XP são limitadas à capacidade disponível do produto nesta segunda-feira (25)
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Cenário Renda Fixa da XP
As taxas dos DIs encerraram a sexta-feira (23) com comportamento misto, refletindo a cautela dos investidores diante do cenário externo e sinais divergentes da política monetária nos Estados Unidos. Enquanto os contratos de curto prazo subiram levemente, os vértices longos registraram queda, acompanhando o recuo dos Treasuries.
Pela manhã, a curva brasileira refletia o ambiente de incerteza em torno das negociações entre Estados Unidos e Irã. Indicações de progresso nas conversas conviviam com divergências relevantes — como o impasse sobre o estoque de urânio iraniano e o controle do Estreito de Ormuz — mantendo os agentes em posição defensiva.
Nesse contexto, a ponta curta da curva exibiu altas, em linha com a abertura dos Treasuries de dois anos após declarações do diretor do Federal Reserve, Christopher Waller. O dirigente defendeu a retirada do viés de flexibilização na comunicação do Fed, sinalizando que cortes de juros podem não ser o cenário mais provável e abrindo espaço, inclusive, para eventual alta das taxas.
A reação no mercado americano pressionou momentaneamente toda a curva brasileira, com alta das taxas também nos vencimentos longos. No entanto, esse movimento perdeu força ao longo da sessão.
Na ponta longa, as taxas voltaram a recuar na reta final, acompanhando a queda dos Treasuries de dez anos e a redução parcial dos prêmios de risco globais. O resultado foi um fechamento com inclinação da curva, refletindo pressões de curto prazo vindas da política monetária americana e alívio relativo nas expectativas mais longas.
No cenário doméstico, medidas fiscais anunciadas pelo governo e o noticiário político seguiram no radar, mas tiveram impacto secundário. Assim, o comportamento dos juros futuros foi majoritariamente ditado pelo exterior, com destaque para a comunicação do Fed e a evolução das negociações geopolíticas.
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