O mercado de emissão bancária, dentro da plataforma da XP, oferece nesta sexta-feira (23), CDBs com taxas prefixadas de até 14,060% ao ano com vencimento em 12 meses, enquanto títulos de inflação estão pagando até IPCA+9,050% em 1 ano e os pós-fixados até 104,25% do CDI em mais de 12 meses.
LCAs contam com taxas prefixadas de até 12,000% para vencimento em 12 meses, enquanto as pós-fixadas pagam até 93% do CDI em mais de 12 meses.
LCIs pós-fixadas pagam até 89,5% do CDI em mais de 12 meses.
Renda Fixa Hoje: confira algumas opções de investimento em renda fixa bancária oferecidas pela XP
CDB PICPAY
Taxa: 104,25% do CDI
Vencimento: janeiro/2028
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CDB BANCO C6
Taxa: 101,5% do CDI
Vencimento: janeiro/2028
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CDB ORIGINAL
Taxa: 104,5% do CDI
Vencimento: janeiro/2030
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*As ofertas na plataforma da XP são limitadas à capacidade disponível do produto nesta sexta-feira (23)
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Cenário Renda Fixa da XP
As taxas dos juros futuros recuaram de forma consistente nesta quinta-feira (22), em um pregão marcado por forte entrada de recursos estrangeiros no Brasil e pelo alívio das tensões geopolíticas envolvendo a Groenlândia. O movimento ocorreu mesmo com os rendimentos dos Treasuries oscilando entre leves altas e baixas ao longo do dia.
Na curva curta, o DI para janeiro de 2028 caiu 10 pontos-base, para 13,01%, refletindo principalmente o impacto do fluxo externo positivo, que pressionou o dólar para baixo e reduziu prêmios de risco no mercado doméstico.
Os vencimentos longos também acompanharam o movimento de queda, embora de forma um pouco mais moderada. O DI para janeiro de 2035 recuou 8 pontos-base, para 13,63%, em um ambiente ainda influenciado pelo cenário externo mais benigno, apesar da ausência de direção firme nos Treasuries.
A valorização dos ativos brasileiros ficou evidente na bolsa, com o Ibovespa alcançando níveis recordes, sustentado pela forte demanda de investidores estrangeiros. Esse fluxo derrubou o dólar para abaixo de R$5,30, reforçando o movimento de queda dos juros futuros.
No exterior, o alívio veio após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, descartar o uso da força para assumir o controle da Groenlândia e abandonar a ameaça de tarifas contra países europeus, o que reduziu a percepção de risco global e favoreceu mercados emergentes.
Internamente, fatores domésticos limitaram uma queda ainda mais intensa da curva, apesar da divulgação de arrecadação recorde do governo federal em 2025. O mercado segue apostando na manutenção da Selic em 15% no fim de janeiro, com incertezas maiores em relação à decisão de março, enquanto o Treasury de dez anos encerrou o dia estável, em 4,251%.
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