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Renda Fixa Hoje: confira as taxas de CDBs, LCIs e LCAs nesta sexta (22) na XP

Veja as taxas de investimentos prefixados, pós-fixados e híbridos em renda fixa

Daniel Navas

O mercado de emissão bancária, dentro da plataforma da XP, oferece nesta quinta-feira (21), CDBs com taxas prefixadas de até 14,210% ao ano com vencimento em 12 meses, enquanto títulos de inflação estão pagando até IPCA+ 8,000% em 1 ano e os pós-fixados até 109% do CDI em mais de 12 meses.

LCAs contam com taxas prefixadas de até 11,950% em mais de 1 ano, enquanto as pós-fixadas pagam até 85,5% do CDI em 1 ano.

LCIs pós-fixadas pagam até 85% do CDI com vencimento em 1 ano.

Renda Fixa Hoje: confira algumas opções de investimento em renda fixa bancária oferecidas pela XP

CDB BMG
Taxa: 100% do CDI
Vencimento: janeiro/2027
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CDB BANCO XP S.A.
Taxa: 102% do CDI
Vencimento: maio/2028
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LCA ORIGINAL
Taxa: 93% do CDI
Vencimento: maio/2029
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*As ofertas na plataforma da XP são limitadas à capacidade disponível do produto nesta sexta-feira (22)

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Cenário Renda Fixa da XP

As taxas dos DIs inverteram o sinal ao longo da sessão e fecharam a quinta-feira (21) em queda, após um movimento brusco de correção no início da tarde, em linha com o recuo dos rendimentos dos Treasuries e o aumento do otimismo em torno de um possível acordo entre Estados Unidos e Irã.

Pela manhã, a curva de juros chegou a sustentar altas, acompanhando o avanço dos Treasuries em meio à persistência das incertezas geopolíticas. O tom mais duro do Irã nas negociações — especialmente sobre o destino do urânio enriquecido — reforçou a cautela dos investidores e pressionou as taxas, com a ponta curta chegando a atingir máximas intradiárias relevantes.

A virada ocorreu pouco depois das 14h, quando rumores de que já existe uma versão final para um acordo de paz ganharam força. O movimento reduziu a aversão ao risco global, derrubou os rendimentos dos títulos americanos e levou à queda do petróleo, desencadeando uma forte descompressão na curva de juros brasileira.

Nesse contexto, tanto a ponta curta quanto a longa passaram a recuar, embora com intensidade moderada no fechamento. A curva curta refletiu o ajuste nas expectativas de política monetária, enquanto a longa respondeu à redução dos prêmios de risco e das preocupações inflacionárias globais, após o alívio no cenário externo.

Apesar da queda, o mercado segue precificando um corte adicional de 25 pontos-base da Selic em junho, com expectativa de interrupção do ciclo na sequência, diante das incertezas ligadas à guerra e seus efeitos sobre a inflação.

No cenário doméstico, o noticiário político continuou no radar, com desdobramentos do caso envolvendo Flávio Bolsonaro e Daniel Vorcaro adicionando cautela. Ainda assim, o principal vetor do dia foi externo, com a mudança abrupta de humor global determinando a trajetória dos juros futuros.

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