O mercado de emissão bancária, dentro da plataforma da XP, oferece nesta quarta-feira (22), CDBs com taxas prefixadas de até 14,270% ao ano com vencimento em 12 meses, enquanto títulos de inflação estão pagando até IPCA+ 8,400% em 1 ano e os pós-fixados até 109% do CDI em mais de 12 meses.
LCAs contam com taxas prefixadas de até 11,230% em 1 ano, enquanto as atreladas à inflação pagam até IPCA+5,530% em mais de 12 meses e as pós-fixadas pagam até 85,5% do CDI em 1 ano.
LCIs prefixadas pós-fixadas pagam até 85% do CDI em 1 ano.
Renda Fixa Hoje: confira algumas opções de investimento em renda fixa bancária oferecidas pela XP
CDB PARANA BANCO S/A
Taxa: 98% do CDI
Vencimento: abril/2027
Saiba mais e invista
CDB BANCO C6
Taxa: 103% do CDI
Vencimento: abril/2032
Saiba mais e invista
LCA SICOOB
Taxa: 92% do CDI
Vencimento: março/2033
Saiba mais e invista
*As ofertas na plataforma da XP são limitadas à capacidade disponível do produto nesta quarta-feira (22)
Não tem conta na XP? Cadastre-se aqu
Leia também: Cessar-fogo sem prazo: entenda o que levou Trump a adiar nova ofensiva contra o Irã
Cenário Renda Fixa da XP
Os juros futuros iniciaram a segunda-feira (20) em alta ao longo de toda a curva, refletindo a piora do ambiente externo após a escalada das tensões no Oriente Médio. O movimento foi mais intenso na ponta curta, mas também alcançou os vértices mais longos, em linha com a aversão global a risco.
Na ponta curta, a abertura das taxas acompanha o aumento das expectativas de inflação e de juros no Brasil, impulsionadas pelo avanço do petróleo e pela deterioração do cenário internacional. O fechamento do Estreito de Ormuz pelo Irã elevou os preços da commodity e reforçou temores inflacionários, reduzindo o espaço para cortes da Selic.
O Boletim Focus corroborou esse movimento ao mostrar alta nas projeções de inflação e da própria Selic para os próximos anos. A revisão para cima das estimativas indica que o mercado passou a enxergar um ciclo de afrouxamento monetário mais limitado, pressionando principalmente os DIs de curto prazo.
Na ponta longa, as taxas também subiram, ainda que de forma mais moderada. O movimento foi influenciado tanto pelo cenário doméstico quanto pelo exterior, com destaque para a alta dos rendimentos dos Treasuries, que acompanharam o aumento da aversão a risco global.
Além disso, a escalada das tensões geopolíticas — com o impasse nas negociações entre Estados Unidos e Irã e o novo bloqueio do Estreito de Ormuz — elevou os prêmios de risco em prazos mais longos, contribuindo para a inclinação da curva.
Assim, o comportamento dos juros reflete uma dinâmica clara: a ponta curta reage ao aumento das expectativas de inflação e à redução do espaço para cortes da Selic, enquanto a ponta longa incorpora o cenário externo adverso, com alta dos juros americanos e maior percepção de risco global.
Trata-se de um conteúdo patrocinado. O InfoMoney não possui qualquer responsabilidade quanto a oferta e a comercialização dos produtos divulgados neste material.