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Renda fixa hoje: saiba quanto pagam CDBs, LCIs e LCAs nesta quinta (22) na XP

Confira taxas de investimentos prefixados, pós-fixados e híbridos em renda fixa

MoneyLab

O mercado de emissão bancária, dentro da plataforma da XP, oferece nesta quinta-feira (22), CDBs com taxas prefixadas de até 14,250% ao ano com vencimento em 12 meses, enquanto títulos de inflação estão pagando até IPCA+8,720% em 1 ano e os pós-fixados até 101,75% do CDI em 12 meses.

LCAs contam com taxas prefixadas de até 11,400% para vencimento em 12 meses, enquanto as atreladas à inflação pagam até IPCA+6,380% em 1 ano e as pós-fixadas pagam até 86,5% do CDI em 12 meses.

LCIs pós-fixadas pagam até 100% do CDI em mais de 12 meses.

Renda Fixa Hoje: confira algumas opções de investimento em renda fixa bancária oferecidas pela XP

CDB PICPAY
Taxa: 104% do CDI
Vencimento: janeiro/2028
Saiba mais e invista

CDB BANCO C6
Taxa: 101,5% do CDI
Vencimento: janeiro/2029
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CDB ORIGINAL
Taxa: 104,5% do CDI
Vencimento: janeiro/2030
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Leia também: Renda fixa com o menor risco do mercado? Veja três títulos públicos para investir já

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*As ofertas na plataforma da XP são limitadas à capacidade disponível do produto nesta quinta-feira (22)

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Cenário Renda Fixa da XP

As taxas dos juros futuros recuaram nesta quarta-feira (21), em um pregão marcado pela acomodação dos rendimentos dos Treasuries no exterior e por um movimento firme de valorização do real, sustentado pelo fluxo de recursos de investidores estrangeiros para a bolsa brasileira.

Na ponta curta da curva, o DI para janeiro de 2028 era negociado a 13,145%, com queda de 5 pontos-base em relação ao ajuste anterior. O recuo refletiu a combinação de um ambiente externo mais calmo e do fortalecimento do câmbio, que reduziu prêmios de risco no mercado doméstico.

Já na ponta longa, o movimento também foi de alívio. O DI para janeiro de 2035 caía 5 pontos-base, para 13,75%, acompanhando a leve baixa dos rendimentos dos títulos norte-americanos, com o Treasury de dez anos cedendo para 4,283%.

No exterior, após o estresse da véspera, os Treasuries operaram em acomodação depois de o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, descartar o uso da força para assumir o controle da Groenlândia, o que ajudou a reduzir a percepção de risco geopolítico.

No Brasil, além do cenário externo mais benigno, a curva foi beneficiada pelo aprofundamento das perdas do dólar ante o real, em mais um dia de ingresso de recursos estrangeiros na B3, reforçando o movimento de queda dos juros futuros.

Pela manhã, o Banco Central decretou a liquidação extrajudicial da Will Financeira, ligada ao Banco Master, mas a medida não chegou a gerar impacto relevante sobre a curva. O noticiário político, com o cancelamento da visita do governador Tarcísio de Freitas ao ex-presidente Jair Bolsonaro, também ficou no radar, sem efeitos perceptíveis sobre os preços.

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