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Renda fixa hoje: CDB paga até 104% do CDI, veja mais taxas nesta quarta (21) na XP

Confira taxas de investimentos prefixados, pós-fixados e híbridos em renda fixa

MoneyLab

O mercado de emissão bancária, dentro da plataforma da XP, oferece nesta quarta-feira (21), CDBs com taxas prefixadas de até 14,150% ao ano com vencimento em 12 meses, enquanto títulos de inflação estão pagando até IPCA+8,600% em 1 ano e os pós-fixados até 101,75% do CDI em 12 meses.

LCAs contam com taxas prefixadas de até 11,200% para vencimento em mais de 12 meses, enquanto as pós-fixadas pagam até 86,6% do CDI em 12 meses.

LCIs atreladas à inflação pagam até IPCA+5,500% em mais de 1 ano e as pós-fixadas pagam até 81,5% do CDI em mais de 12 meses.

Renda Fixa Hoje: confira algumas opções de investimento em renda fixa bancária oferecidas pela XP

CDB PICPAY
Taxa: 104% do CDI
Vencimento: janeiro/2028
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CDB BANCO C6
Taxa: 101,5% do CDI
Vencimento: janeiro/2029
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CDB ORIGINAL
Taxa: 103,5% do CDI
Vencimento: janeiro/2030
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*As ofertas na plataforma da XP são limitadas à capacidade disponível do produto nesta quarta-feira (21)

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Cenário Renda Fixa da XP

As taxas dos juros futuros fecharam a terça-feira (20) em alta, acompanhando o avanço dos rendimentos dos Treasuries no exterior, em meio ao aumento das tensões geopolíticas após novas ameaças tarifárias do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, à Europa no contexto da disputa em torno da Groenlândia.

Na ponta curta da curva, o movimento refletiu a pressão vinda do mercado internacional. O DI para janeiro de 2028 subiu para 13,205%, alta de 7 pontos-base em relação ao ajuste anterior, com investidores reagindo à venda global de títulos norte-americanos.

Já na ponta longa, a alta foi ainda mais intensa. O DI para janeiro de 2035 avançou para 13,82%, com elevação de 11 pontos-base, após ter atingido a máxima de 13,855% ainda na primeira hora de negócios, em sintonia com a abertura da curva de juros nos Estados Unidos.

O estresse no exterior foi provocado pela insistência de Trump em pressionar a Europa para permitir que os EUA assumam o controle da Groenlândia, hoje ligada à Dinamarca, além da ameaça de impor tarifas a países que se opuserem à iniciativa. A retórica elevou a percepção de risco e desencadeou um movimento de fuga de ativos norte-americanos, conhecido como “Sell America”, que incluiu a venda de Treasuries.

No Brasil, a pressão externa impulsionou as taxas futuras logo no início do pregão e levou o dólar a oscilar acima dos R$5,40. No meio da sessão, a notícia de que o ministro do STF Alexandre de Moraes autorizou o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, a visitar o ex-presidente Jair Bolsonaro chegou a aliviar momentaneamente os mercados, mas o movimento não se sustentou.

No fim da tarde, os juros futuros voltaram a acelerar, acompanhando a continuidade da alta dos Treasuries. Às 16h44, o rendimento do título norte-americano de dez anos subia 6 pontos-base, a 4,287%, enquanto o papel de 30 anos avançava 8 pontos-base, a 4,916%, reforçando a pressão sobre a curva brasileira.

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