O mercado de emissão bancária, dentro da plataforma da XP, oferece nesta quarta-feira (20), CDBs com taxas prefixadas de até 14,450% ao ano com vencimento em 12 meses, enquanto títulos de inflação estão pagando até IPCA+ 8,000% em 1 ano e os pós-fixados até 109% do CDI em mais de 12 meses.
LCAs contam com taxas prefixadas de até 12,440% em mais de 1 ano, enquanto as pós-fixadas pagam até 87% do CDI em 1 ano.
LCIs pós-fixadas pagam até 85% do CDI com vencimento em 1 ano.
Renda Fixa Hoje: confira algumas opções de investimento em renda fixa bancária oferecidas pela XP
CDB BANCO XP S.A.
Taxa: 102% do CDI
Vencimento: maio/2028
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LCA ORIGINAL
Taxa: 93% do CDI
Vencimento: maio/2029
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CDB BANCO C6 CONSIGNADO S.A.
Taxa: 103% do CDI
Vencimento: maio/2032
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*As ofertas na plataforma da XP são limitadas à capacidade disponível do produto nesta quarta-feira (20)
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Cenário Renda Fixa da XP
As taxas dos DIs fecharam a terça-feira (19) em alta, com pressão mais intensa na ponta longa da curva, refletindo o avanço dos rendimentos dos Treasuries no exterior e o aumento das incertezas no cenário político doméstico.
No fim da tarde, o DI para janeiro de 2028 subiu para 14,06%, enquanto a taxa para janeiro de 2035 avançou a 14,35%, com os vencimentos mais longos liderando o movimento, em linha com a elevação dos juros globais.
O principal vetor externo foi a retomada das preocupações inflacionárias ligadas ao conflito entre EUA e Irã, que levou investidores a venderem títulos norte-americanos, elevando os rendimentos dos Treasuries. Esse movimento contaminou a curva brasileira, especialmente nos vértices mais longos, mais sensíveis ao cenário global.
Na ponta longa, além do ambiente externo, o movimento foi amplificado por fatores domésticos, com o mercado reagindo aos desdobramentos envolvendo Flávio Bolsonaro e o banqueiro Daniel Vorcaro. A leitura é de que o episódio aumenta a incerteza política e pode ter implicações fiscais, elevando os prêmios de risco.
Já na ponta curta, a alta foi mais contida, ainda ancorada pela expectativa de política monetária, embora também influenciada pela percepção de menor espaço para cortes de juros, diante da deterioração das expectativas de inflação.
O movimento intradia evidenciou a sensibilidade da curva ao noticiário político: a taxa longa atingiu máximas no momento em que vieram novas informações sobre o caso, reforçando que, além do cenário externo, o risco doméstico segue sendo um fator relevante para a inclinação da curva de juros no Brasil.
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