O mercado de emissão bancária, dentro da plataforma da XP, oferece nesta quinta-feira (18), CDBs com taxas prefixadas de até 14,900% ao ano com vencimento em mais de 12 meses, enquanto títulos de inflação estão pagando até IPCA+ 8,620% em 1 ano e os pós-fixados até 106% do CDI em mais de 12 meses.
LCAs contam com taxas atreladas à inflação que pagam até IPCA+6,190% em mais de 1 ano, enquanto as pós-fixadas pagam até 87% do CDI em mais de 12 meses.
LCIs pós-fixadas pagam até 85% do CDI com vencimento em 1 ano.
Renda Fixa Hoje: confira algumas opções de investimento em renda fixa bancária oferecidas pela XP
CDB BANCO XP S.A.
Taxa: 103% do CDI
Vencimento: junho/2028
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CDB PICPAY
Taxa: 104,5% do CDI
Vencimento: junho/2030
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LCA SICOOB
Taxa: 92% do CDI
Vencimento: abril/2033
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*As ofertas na plataforma da XP são limitadas à capacidade disponível do produto nesta quinta-feira (18)
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Cenário Renda Fixa da XP
As taxas dos juros futuros (DIs) fecharam a quarta-feira (17) com altas firmes em toda a curva, superiores a 15 pontos-base em diversos vencimentos, após o Federal Reserve indicar que pode voltar a subir os juros nos Estados Unidos ainda em 2026. O movimento externo contaminou os ativos locais e levou a uma reprecificação relevante das apostas para a política monetária no Brasil.
Com isso, a curva a termo passou a embutir chance, ainda que minoritária, de alta da Selic já na reunião de agosto do Copom, em meio ao aumento das incertezas globais. Para a decisão desta quarta-feira, no entanto, o mercado ainda mantinha expectativa majoritária de corte de 0,25 ponto percentual, embora com alguma probabilidade de manutenção da taxa em 14,50% ao ano.
O movimento ganhou força após o anúncio do Fed. Embora o banco central americano tenha mantido os juros, como esperado, a sinalização de alta futura impulsionou os rendimentos dos Treasuries e o dólar, pressionando mercados emergentes. No Brasil, a curva, que operava em leve queda antes da decisão, virou para alta rapidamente após a comunicação da autoridade monetária.
Na prática, a perspectiva de juros mais altos nos EUA tende a fortalecer o dólar frente ao real, o que pode pressionar a inflação doméstica e exigir uma política monetária mais restritiva no Brasil. Esse canal de transmissão explica a abertura das taxas ao longo de toda a curva.
A alta foi disseminada, mas com destaque também para a ponta longa, que reagiu de forma mais intensa ao choque externo. O DI para janeiro de 2028 subiu 15 pontos-base, a 14,58%, enquanto o contrato para janeiro de 2035 avançou 19 pontos-base, a 14,39%, indicando abertura relevante tanto nos vértices intermediários quanto longos.
Pela manhã, dados mais fracos de atividade chegaram a limitar o movimento. O IBC-Br, considerado uma prévia do PIB, subiu 0,5% em abril na comparação mensal, abaixo do esperado, reforçando sinais de desaceleração. Ainda assim, o fator externo prevaleceu, levando a uma reprecificação da curva de juros e aumento dos prêmios ao longo dos vencimentos.
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