O mercado de emissão bancária, dentro da plataforma da XP, oferece nesta segunda-feira (18), CDBs com taxas prefixadas de até 14,640% ao ano com vencimento em 12 meses, enquanto títulos de inflação estão pagando até IPCA+ 8,000% em 1 ano e os pós-fixados até 109% do CDI em 12 meses.
LCAs contam com taxas prefixadas de até 12,480% em 1 ano, enquanto as atreladas à inflação pagam até IPCA+5,370% em mais de 12 meses e as pós-fixadas pagam até 85,5% do CDI em 1 ano.
LCIs pós-fixadas pagam até 85% do CDI com vencimento em 1 ano.
Renda Fixa Hoje: confira algumas opções de investimento em renda fixa bancária oferecidas pela XP
CDB PARANA BANCO S/A
Taxa: 98,4% do CDI
Vencimento: maio/2027
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CDB BANCO XP S.A.
Taxa: 102% do CDI
Vencimento: maio/2028
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LCA ORIGINAL
Taxa: 93% do CDI
Vencimento: maio/2029
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*As ofertas na plataforma da XP são limitadas à capacidade disponível do produto nesta segunda-feira (18)
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Cenário Renda Fixa da XP
As taxas dos DIs fecharam a sexta-feira (15) com altas firmes ao longo de toda a curva, refletindo principalmente o avanço expressivo dos rendimentos dos Treasuries no exterior e o aumento do risco político doméstico.
No fim da tarde, o DI para janeiro de 2028 subiu a 14,14%, enquanto a taxa para janeiro de 2035 avançou a 14,295%, com a ponta longa liderando o movimento de alta, acumulando ganhos próximos de 20 pontos-base na sessão e mais de 50 pontos-base na semana.
O principal vetor externo foi a escalada das tensões no Oriente Médio, que manteve o Estreito de Ormuz fechado e impulsionou o petróleo, elevando preocupações inflacionárias globais. Nesse ambiente, os rendimentos dos Treasuries dispararam, com o título de dez anos subindo 14 pontos-base, pressionando diretamente a curva brasileira, sobretudo nos vértices mais longos.
Na ponta longa, o movimento foi intensificado pela leitura de que juros mais altos nos EUA — em resposta à inflação ligada à energia — exigem prêmios maiores nos ativos de renda fixa de longo prazo, ampliando a inclinação da curva no Brasil.
Já na ponta curta, as taxas também avançaram, mas em menor magnitude, influenciadas pelo aumento das incertezas domésticas, em especial o noticiário envolvendo o senador Flávio Bolsonaro e Daniel Vorcaro, que elevou a percepção de risco político e fiscal.
A leitura predominante no mercado é de que esse cenário pode favorecer a continuidade do atual governo, vista por parte dos agentes como um fator negativo para o ajuste fiscal, o que contribuiu para a abertura da curva curta, ainda que o movimento tenha sido mais intenso nos prazos mais longos.
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