O mercado de emissão bancária, dentro da plataforma da XP, oferece nesta quinta-feira (16), CDBs com taxas prefixadas de até 14,350% ao ano com vencimento em mais de 12 meses, enquanto títulos de inflação estão pagando até IPCA+ 8,250% em 1 ano e os pós-fixados até 105% do CDI em 12 meses.
LCAs contam com taxas atreladas à inflação que pagam até IPCA+ 5,870% em 12 meses e as pós-fixadas pagam até 84% do CDI em mais de 1 ano.
LCIs ligadas à inflação pagam taxas de até IPCA+ 5,750% em mais de 12 meses e as pós-fixadas pagam até 84% do CDI com vencimento em mais de 1 ano.
Renda Fixa Hoje: confira algumas opções de investimento em renda fixa bancária oferecidas pela XP
CDB NEON FINANCEIRA
Taxa: 105,5% do CDI
Vencimento: julho/2029
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LCA BANCO BOCOM BBM SA
Taxa: 87% do CDI
Vencimento: outubro/2030
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CDB PAULISTA
Taxa: 106% do CDI
Vencimento: julho/2029
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*As ofertas na plataforma da XP são limitadas à capacidade disponível do produto nesta quinta-feira (16)
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Cenário Renda Fixa da XP
As taxas dos juros futuros (DIs) encerraram a quarta-feira (15) praticamente estáveis nos vencimentos curtos e em leve alta na ponta longa, em um movimento sustentado por fatores domésticos. O mercado reagiu ao noticiário político considerado desfavorável à candidatura do senador Flávio Bolsonaro, além das preocupações com uma possível tarifa de 25% dos Estados Unidos sobre produtos brasileiros e medidas de potencial impacto fiscal.
Na ponta curta e intermediária, o alívio foi limitado. O DI para janeiro de 2028 recuou apenas 1 ponto-base, para 13,865%, refletindo a continuidade das apostas de um corte de 0,25 ponto percentual da Selic em agosto, precificado quase integralmente pelo mercado. Dados mais fracos da atividade, como a queda de 0,4% no volume de serviços em maio, também reforçaram a expectativa de flexibilização monetária.
Já a ponta longa apresentou comportamento distinto. O DI para janeiro de 2035 subiu 5 pontos-base, para 14,34%, refletindo o aumento dos prêmios de risco associado ao cenário político e fiscal. A pesquisa Genial/Quaest, que ampliou a vantagem de Luiz Inácio Lula da Silva sobre Flávio Bolsonaro, e novas notícias envolvendo o senador reforçaram a percepção, entre parte dos investidores, de maior risco fiscal em um eventual novo governo Lula.
Também pesaram sobre os contratos longos a expectativa de novas tarifas dos EUA contra o Brasil e a aprovação, pelo Senado, de uma PEC com impacto estimado de R$ 3 bilhões por ano sobre as contas públicas. Esses fatores sustentaram a abertura da curva longa, mesmo em um ambiente externo mais favorável.
O movimento ocorreu na contramão dos Treasuries, cujos rendimentos recuaram após novos sinais de desaceleração da inflação nos Estados Unidos. Ainda assim, os fatores domésticos prevaleceram, impedindo um fechamento mais amplo da curva brasileira.
Com isso, a sessão evidenciou uma desconexão entre os trechos da curva: enquanto os juros curtos permaneceram ancorados pela expectativa de cortes da Selic, os vencimentos longos incorporaram prêmios adicionais de risco político e fiscal, mantendo a inclinação da estrutura a termo.
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